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Casal de holandesas dorme em quartos separados em preparação para bi olímpico no hóquei na grama
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Maartje Paumen e Carlien Dirkse van den Heuvel pertencem ao pequeno grupo de atletas abertamente gays que competirá nos Jogos de Londres-2012. Além de colegas de equipe, as duas holandesas da seleção de hóquei na grama também mantêm um relacionamento sério há três anos, e confessam que conciliar a rotina de treinamentos com namoro não é uma tarefa fácil.

“Esses são os momentos mais difíceis porque agimos como se não fossemos um casal”, explica Dirkse em referência ao período de preparação antes das competições. O casal, entretanto, conta com a compreensão das companheiras de time para manter o foco nos treinos .

“A equipe está aberta sobre isso, então podemos ser nós mesmas. Nós não nos sentimos inibidas. Carlien e eu não vamos andar de mãos dadas, mas podemos agir mais livremente”, afirmou Maartje, apontada como uma das melhores jogadoras do planeta e destaque da campanha que conquistou a medalha de ouro em Pequim-2008.


Maartje Paumen e Carlien Dirkse se abraçam para comemorar gol em partida contra a Alemanha, em torneio de hóquei na grama realizado em Sydney, na Austrália. Crédito: Getty Images.

Apesar do relacionamento aberto e aceito pelas colegas, algumas regras ainda são seguidas. Na concentração, por exemplo, as duas não dividem o mesmo quarto, um hábito usado desde 2010. “A Copa do Mundo na Argentina foi o primeiro torneio que nós vivemos como um casal. Então consultávamos o grupo sobre que podíamos e o que não podíamos fazer”, explicou Carlien, no início do ano, a um site holandês especializado em hóquei na grama.

Na ocasião, as holandesas foram derrotadas pelas anfitriãs, as “leonas” argentinas, na decisão, em uma revanche das semifinais em Pequim, quando a Holanda eliminou as sul-americanas.

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Musa do Esporte: Gata do pôquer curte fama de sexy, mas diz: “não mostraria os seios por dinheiro”
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Fátima Moreira de Melo é holandesa (filha de um diplomata português), ex-jogadora de hóquei na grama, campeã olímpica, apresentadora, cantora e agora jogadora profissional de pôquer. Ela é mais conhecida, no entanto, por ser bonita.

A bela loira de olhos claros sempre conviveu com a fama de musa do esporte. Talentosa, conseguiu abrir caminhos fora dos campos de hóquei. Ela diz que a condição de musa não a incomoda. Muito pelo contrário.

“Eu cresci sabendo que o hóquei é um esporte de elite. Só que eu não sou da elite e pude jogar, e acho que todos podem fazer o mesmo. Quando eu virei jogadora, tive espaço na mídia para falar sobre o meu esporte, para conversar com as meninas mais novas”, diz Fátima.

A holandesa ganhou os Jogos Olímpicos de Pequim com sua seleção e se aposentou. o pôquer, antes um hobby, virou profissão. Fátima está no Brasil desde a semana passada para disputar a edição final do Circuito Latino-Americano de Pôquer (LAPT, em inglês).

Em uma conversa exclusiva com o UOL Esporte, a bela falou sobre os ensaios sensuais que fez na carreira. Ela diz, no entanto, que sempre recusou as propostas que recebeu para posar nua.

“Eles vinham falar comigo toda hora e eu dizendo não. Todos nós temos nosso limite. Para mim, a Playboy é o limite. Não quero ser paga para mostrar meus peitos. Eles sempre dizem que é arte e tudo o mais, mas no fim, é só ficar pelada”, disse Fátima.

O mais perto da nudez que ela chegou foi fazer topless na praia, mas quando adolescente. Segundo ela, até por isso ela nunca ligou de aparecer de biquini em revistas masculinas.

“Eu sempre achei normal. Na Holanda as pessoas fazem topless na praia. Eu não faço mais isso, porque quando você é conhecida não quer que vejam seus peitos. Mas eu fazia isso quando eu tinha 15, 16 anos. Eu não tenho um problema com isso”, disse a bela.

Crédito das fotos: Alex Almeida/UOL e Divulgação/Facebook