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Sempre agarrada a Ronda, amiga segue passos da campeã com vitórias e chaves de braço
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Ronda Rousey balançou o mundo do MMA com as vitórias arrasadoras que a levaram rapidamente a ser a primeira lutadora do UFC e a primeira campeã do evento. E ela não está sozinha: uma “clone” da musa está para despontar. Ela é Marina Shafir, melhor amiga de Ronda – que tem o detalhe de competir com a companheira de treinos em outro quesito, a beleza.

A proximidade de Ronda e Marina é facilmente notada nas redes sociais: a quantidade de fotos de ambas abraçadas, trocando carinhos e simplesmente passeando juntas é enorme. A dupla divide lar e a rotina de treinos há anos, desde que competiam apenas no judô. Nascida na Moldova, a morena é considerada “protegida” da campeã do UFC, que a ajuda passo a passo a chegar ao topo do MMA.

Atualmente, ela está invicta como amadora, com um cartel que só compete com o de Ronda: são três vitórias, todas no primeiro round e todas com finalização por chave de braço. No total, cerca de quatro minutos apenas em ação para triunfar as três vezes. E a bela deve se profissionalizar em breve.

Marina Shafir tem 25 anos e começou sua carreira como lutadora no judô. Mas, diferentemente de Ronda Rousey, que foi bronze nas Olimpíadas de Pequim, ela não teve sucesso e preferiu mudar de ares, apostando no MMA. A morte de seu pai, que trabalhava com ela em seu condicionamento físico, ajudou na mudança, em busca de algo mais agressivo. “Perder o meu pai foi o gatilho que precisava para começar no MMA. Acho que sempre tive isso em mim”, disse ela, ao Yahoo.

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Ela se mudou para a California em 2012, a convite de Ronda, mas já conhecia a lutadora há anos. Uma das primeiras “conversas” entre elas foi estranha, em uma van que as levava para competir no judô. “Eu estava de fone de ouvido e ela me cutucou”, relembra Ronda. “Eu tirei e ela disse: ‘Isso é Rage Against the Machine, não é?’. Eu olhei e falei: ‘você me fez parar de ouvir Rage para dizer que estou escutando Rage?!’”. Safir então explicou que estava apenas puxando papo e acabou conquistando uma amiga inseparável.

“Eu vivo com Ronda e é uma grande experiência”, diz a lutadora de Moldova, ao BJPenn.com, sobre o aprendizado que tem com a musa. “Eu a vejo perder pequenas batalhas para poder ganhar a guerra lá na frente.”

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Ronda e Marina ajudam uma à outra: treinam juntas, fazem companhia em eventos, cuidam de um cachorro e, claro, na hora de festejar sempre estão grudadas.

Mas o rápido sucesso da jovem não atraiu só atenção, mas também algumas críticas. Para quem diz que ela está “surfando na onda” de Ronda Rousey, ela tem uma resposta pronta: “Sou eu quem entra na jaula. Ela não pode entrar por mim”, diz a lutadora.

Por sorte, a competição entre as duas fica apenas na beleza e nas pequenas desavenças do dia a dia de se morar em dupla. No MMA, elas esperam dominar categorias distintas: Ronda é campeã peso galo, e Marina luta no pena (categoria da brasileira Cris Cyborg). O UFC não tem esta categoria, mas isso não as desanima. “Vejo Marina sendo campeã do Invicta FC. Ela vai dominar esta organização”, promete Ronda.

Se depender de Marina, será a chance de calar a arquirrival de Ronda: “Eu me vejo lutando com Cris. E me vejo batendo nela. Não tenho medo algum”.


Musas do esporte: Judoca holandesa que bateu em torcedor pode vir ao Brasil em 2013
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Você, que prometeu conhecer uma mulher estrangeira como resolução de ano novo ou que quer treinar seus xavecos em outra língua antes da Copa do Mundo terá uma boa chance em 2013. Edith Bosch, a judoca holandesa que ganhou notoriedade durante as Olimpíadas de Londres-2012, deverá estar entre as atrações do mundial da modalidade, que será disputado no Rio de Janeiro, em setembro. O problema é justamente o motivo que fez a atleta ficar famosa…

Bosch, que competiu nos Jogos, compareceu à final dos 100 m rasos como expectadora. Lá, a judoca se irritou com um torcedor que atirou uma garrafa de água na pista e deu uma tapa nas costas do cidadão! A holandesa confessou que foi a autora da agressão, disse que agiu “na emoção” e pediu desculpas pelo ato. Será que algum homem ainda tem coragem de chegar perto dela depois do incidente?

Em Londres, Bosch também se destacou no tatame. A judoca levou a medalha de bronze na categoria até 70 kg, repetindo o resultado que havia conseguido em Pequim-2008. Em Atenas-2004, ela se sagrou vice-campeã.

Bosch – que, antes de adotar o visual com cabelos longos e morenos, teve sua época loira no começo da carreira – ainda tem em sua carreira glórias como o tetracampeonato europeu e o título mundial de 2005, também na categoria até 70 kg.

Sem o tatame, a holandesa de 32 anos também tem seus talentos. Bosch é formada em economia e trabalha como gerente no sistema de transportes de seu país.


“Magrinho”, lutador de 90 kg usa técnicas de judô para fazer sucesso no sumô; assista
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O peso é uma das armas de qualquer lutador de sumô. Quando mais pesado, mais difícil de ser movido por um rival, e as chances de ganhar uma luta aumentam. Mas não para Pavel Bojar, um sumonita de sucesso, mesmo pesando apenas 90 kg distribuídos em 1,86 m.


Foto: Reprodução de TV

Primeiro lutador da República Tcheca a competir no sumô japonês, Bojar usa técnicas de judô, modalidade que ele treinou antes da milenar técnica nipônica, para superar os grandalhões. No ano passado, Takanoyama Shuntaro, nome com é conhecido no Japão, estreou entre os profissionais. E não vem fazendo veio. Tamanho, baixinhos, não é documento.

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Ronaldo brinca com peso em parabéns ao judoca: “me identifico com Rafael Baby”
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O brasileiro Rafael Silva conquistou nesta sexta-feira a medalha de bronze no judô. Como é de praxe após vitorias nos Jogos Olímpicos, o assunto repercutiu nas redes socias e, no Twitter, mereceu até um comentário bem humorado do ex-jogador Ronaldo.

A brincadeira do ex-atacante da seleção brasileira diz respeito ao peso do judoca, que compete na categoria acima de 100 kg, e sua identificação com o medalhista.

Crédito da imagem: REUTERS/Kim Kyung-Hoon


Com moicano à la Neymar, judoca alemã rouba a cena com berros na torcida
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Myriam Roper sequer estava competindo nesta quarta-feira, mas foi notada por boa parte do ginásio onde acontecem as lutas de judô. Da arquibancada, a judoca tentava dar apoio à sua compatriota, mas só conseguia atrair olhares dos torcedores, atletas e jornalistas que estavam próximos e não conseguiam ficar indiferentes aos berros estridentes que ecoavam no ginásio.

A torcida era Kerstin Thiele, que acabaria conquistando a segunda medalha alemã no judô em Londres, com a prata na categoria até 70 kg. Como o país não tinha torcedores em grande número, coube ao resto da delegação, e principalmente a Myriam, a tarefa de incentivar a colega.

“Eu ficava gritando para ela ter força, que ela conseguiria. Eu sempre faço isso. Acho que é importante para quem está lá dentro saber que as pessoas estão apoiando”, disse Myriam, que também chamava a atenção do público pelo visual.

O cabelo é cortado em um estilo moicano parecido ao que o Neymar já usou em tempos recentes. Ela diz gostar do corte e fala que não conhece o craque brasileiro, mas não ignora o futebol.

“Eu não torço para time nenhum, mas eu gosto de jogar, pelo menos quando eu posso”, disse a judoca.

Crédito da foto: Gustavo Franceschini/UOL


Aurélio Miguel reúne os três campeões olímpicos do judô brasileiro em uma única foto
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Sarah Menezes é, até agora, um dos grandes nomes brasileiros nestes Jogos Olímpicos depois de conquistar a medalha de ouro no primeiro dia de competições. Antes dela, entretanto, outros dois judocas já haviam levado para casa a medalha de ouro: Aurélio Miguel, em Seul-1988, e Rogério Sampaio, em Barcelona-1992.

Pois foi justamente o pioneiro das medalhas douradas quem publicou, em seu Facebook, a foto acima que reuniu os três atletas. “Três vezes ouro, três vezes Brasil!!”, destacou Aurélio Miguel em seu post. Sarah, claro, é a bola da vez e a única que exibe sua conquista, os outros dois devem ter deixado suas medalhas bem guardadas, em casa.


Em momento histórico, Brasil lidera quadro de medalhas da Olimpíada
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Durou pouco tempo, é verdade. Mas com o ouro e o bronze conquistados por Sarah Menezes e Felipe Kitadai no judô, respectivamente, o Brasil assumiu provisoriamente a liderança do quadro de medalhas dos Jogos de Londres, junto com a China, que tem as mesmas duas medalhas. Esta é a primeira vez que acontece isso na história das Olimpíadas.

A liderança durou pouco mais de uma hora, apenas até a chinesa Mingjuan Wang conquistar o ouro no levantamento de peso até 48 kg, e recolocar o seu país em primeiro lugar no quadro de medalhas.

Confira o quadro completo de medalhas na página especial de Olimpíadas no UOL Esporte.


Sem bandeira e uniforme, atletas independentes roubam a cena e fazem farra na abertura
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Eles eram apenas três, mas fizeram muito ruído. Chamados de ‘atletas independentes’ pelo Comitê Olímpico Internacional, esses atletas desfilaram na cerimônia de abertura sob a bandeira das cinco argolas e não tiveram uniformes desenhados por grifes famosas, ainda assim desfrutaram de cada minuto de seu momento olímpico, e fizeram uma farra no estádio olímpico.

Eles representam estados que de tão novos ainda não têm um comitê olímpico, como o Sudão do Sul, ou países que recentemente deixaram de existir, como as Antilhas Holandesas. Philipine van Aanholt (vela) e Reginald de Windt (judô) são os representante do país que nem sequer está mais no mapa. Liemarvin Bonevacia e Guor Marial (que não desfilou) competirão no atletismo pelo recém-criado Sudão do Sul.

Crédito das imagens: AFP Photo/Adrian Dennis e SB Nation


Flávio Canto e dupla de vôlei de praia participam de fotos para lançamento de automóvel
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Crédito da imagem: Divulgação

O judica Flávio Canto e as jogadoras de vôlei de praia Maria Clara e Carolina são as personalidades do esporte que participaram de uma sessão de fotos para promover um novo modelo da Mercedes-Benz. As fotos serão expostas durante a festa anual da montadora, que acontece no início de fevereiro.

O registro das imagens, entretanto, exigiram algum sacrifício dos atletas. Isso porque o fotógrafo Luiz Tripolli se inspirou na temática da água para fazer as fotos. Flávio Canto, por exemplo, aparece “embalado” em plástico juntamente com o carro, enquanto a dupla do vôlei de praia usa uma espécie de biquíni com curiosas “viseiras”.

Além dos atletas, personalidades como Paulo Zulu, Luiza Brunet, Fernanda Paes Leme e Dani Albuquerque também participaram da ação.

 


Judoca se une a boleiros e maratonistas na lista de “aliviados” durante a competição
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Crédito: Reprodução

Quando a natureza chama, você precisa obedecer. Esta é a verdade irrefutável no funcionamento de nosso sistema digestório, seja você um jogador de futebol, maratonista ou judoca. Neste sábado, Felipe Kitadai foi traído pelo intestino em plena disputa do judô no Pan-Americano e, em rede nacional, exibiu bravura, determinação e o produto final de alguns burritos extras no jantar.

O brasileiro não se abalou e garantiu a vaga na final da categoria até 60 kg, colocando seu nome no panteão de atletas que deram tudo de si – e um pouco mais – em plena competição. Abaixo, selecionamos alguns dos casos mais famosos.

Gary Lineker – futebol, seleção da Inglaterra

A “aliviada” do ídolo inglês foi por muito tempo tratada como boato, uma espécie de lenda urbana do futebol, até que no fim do ano passado o atleta confessou: em plena Copa do Mundo, na partida entre Inglaterra e Irlanda, deu um carrinho e sentiu que algo tinha saído errado. A limpeza foi feita ali mesmo, na grama, sem que qualquer pessoa suspeitasse. Os shorts escuros do uniforme inglês também colaboraram para que a gafe passasse despercebida.

Éder Fialho – maratona, Brasil

No Pan de Winnipeg-1999, o maratonista brasileiro estava em plena prova quando precisou fazer o número 2. A parada foi rápida e o tempo perdido no pitstop foi compensada com algumas gramas a menos. “No jantar queria mais molho de tomate no macarrão, mas exagerei no ketchup. Procurei um mato, fiz as necessidades e voltei”, afirmou na época o atleta, que ainda ganhou a medalha de bronze.

Arellano – futebol, seleção do México

Em um caso mais recente, o mexicano Omar Arellano também foi flagrado com a prova incontestável de que um chamado da natureza foi ignorado. As câmeras presentes no campo do amistoso contra os Estados Unidos registraram as evidências e a imagem correu o mundo.

Marcinho – futebol, Grêmio

Marcinho afirmou, durante uma partida entre Grêmio e Bahia, que deixava o campo por conta de uma desinteira. Claro que não foi este o termo usado pelo jogador, cujas palavras originais lhe renderam fama nacional e um apelido que também não pode ser publicado neste espaço.

Washington – futebol, São Paulo

Pouca gente entendeu porque o atacante Washington pediu para ser substituído durante a vitória do São Paulo sobre o Nacional, na Libertadores de 2010. Após o jogo, o atleta explicou que precisava ir ao banheiro: “Naquela hora, eu corri mais do que no gramado. Se esperasse mais 30 segundos, não sei o que poderia ter acontecido”.