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Arquivo : setembro 2012

Tricampeã olímpica no vôlei de praia, Walsh revela que competiu grávida nos Jogos de Londres
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O vôlei de praia olímpico é disputado em duplas, mas Kerri Walsh Jennings e Misty May-Treanor contaram com uma ajudinha extra para conquistar o ouro em Londres. Nesta semana, Walsh revelou que descobriu sua gravidez durante os Jogos. “Enquanto eu estava me jogando na areia sem medo e lutando pelo ouro para o meu país, eu estava grávida, e hoje estou com 11 semanas”, disse a jogadora ao programa “The Today Show”.

Walsh e Casey Jennings, seu marido, são pais de duas crianças, de 2 e 3 anos, e estão esperando o novo herdeiro – ou herdeira – para abril do ano que vem. A jogadora admitiu que o casal estava tentando mais uma gravidez antes dos Jogos, mas foi durante a disputa em Londres que ela notou algumas mudanças em seu corpo.


Foto: REUTERS/Marcelo del Pozo

Segundo Walsh, sua parceira foi a primeira a sugerir que ela estava “provavelmente grávida”. “Sou uma garota feliz, mas eu estava extremamente temperamental. Achei que fosse o stress dos Jogos ou a viagem, mas eu sabia. Comecei a sentir algo diferente, e tudo isso começou em Londres”, disse Walsh.

Depois dos Jogos, a dupla, campeã olímpica em 2004, 2008 e 2012, se separou. Mas será que a nova gravidez marcará o fim da carreira da atleta de 34 anos? Se depender de Walsh, não. A atleta afirmou, na mesma entrevista, que seu principal objetivo na areia é competir nos Jogos do Rio-2016.


Vitória polêmica da URSS completa 40 anos, e EUA ainda recusam medalha de prata
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Alexsander Belov e Dwight Jones disputam bola na final polêmica de 1972 (Tony Duffy/Getty Images)

No dia 10 de setembro de 1972, apenas cinco dias depois do atentado contra a delegação israelense nos Jogos de Munique, a final olímpica do basquete masculino ficaria marcada como a mais polêmica da história. Em plena Guerra Fria, a União Soviética venceu o até então imbatível time dos Estados Unidos no segundo final, depois que a arbitragem mandou voltar duas vezes a última jogada.

Quarenta anos depois, os Estados Unidos ainda não aceitaram aquela derrota, e têm recusado, ano a ano, o formulário do Comitê Olímpico Internacional para receber as medalhas de prata, que seguem guardadas em um cofre na sede do COI em Lausanne, na Suíça.

Antes daquela final, os Estados Unidos estavam invictos em Jogos Olímpicos, com 63 vitórias consecutivas e sete ouros seguidos. Depois de um jogo disputado, os norte-americanos viraram o placar para 50 a 49 faltando três segundos. Os soviéticos fizeram a reposição e perderam a posse de bola, mas o técnico reclamou por ter pedido tempo.

Restando um segundo, a União Soviética tentou um passe de longe, mas não conseguiu. Os norte-americanos comemoraram em quadra, mas o jogo ainda não estava acabado. O secretário-geral da Fiba, William Jones, avisou que os soviéticos teriam direito a três segundos, e não apenas um. Na segunda repetição da jogada, Ivan Yedeshko lançou Alexsander Belov, que ganhou dos marcadores e fez a cesta da vitória. Assista a seguir à última jogada daquela partida:

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Autor da assistência decisiva, Ivan Yedeshko relembrou a polêmica em entrevista à EFE: “Eles nunca vão reconhecer nossa vitória, apesar de justa e merecida. Nós os vencemos no esporte no qual se consideram reis. Foi uma vergonha para os americanos. Não deram valor à equipe soviética. Enviaram estudantes sem experiência internacional. Todos nos colocavam em segundo, mas o treinador nos avisou que os americanos eram garotos e que podíamos derrotá-los”.

Anatoli Polivoda, pivô que viu a jogada do banco de reservas, também destacou a inexperiência do time norte-americano na época: “Os americanos não tinham uma grande equipe, como a atual. Era uma equipe muito jovem. Não eram estrelas e não mereceram a vitória. Por outro lado, nós fomos campeões da Europa e do mundo. Falam que fizemos armadilhas e que a Fiba nos ajudou, mas não é verdade. Porque não defenderam Belov? Podiam ter feito a falta. Eles mesmos são culpados por sua derrota”.


Comentarista australiano tira sarro nas Olimpíadas e leva aula dolorosa de taekwondo; assista
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A regra é: nunca tire sarro do taekwondo, nem da modalidade, nem de quem a pratica. Quem aprendeu com isso foi o comentarista australiano de TV, Sam Newman: durante os Jogos Olímpicos, ele disse que as lutas eram “as mais ridículas coisas que ele já havia visto”.


Foto: Reprodução de TV

Em um programa de TV, o comentarista foi desafiado justamente pelos dois representantes da Austrália em Londres, Safwan Khalil e sua namorada, Carmen Marton. No começo, ele até fez piada, mas, depois de levar uma bela aula de como se praticar o esporte, com direito a chutes certeiros, Newman acabou se rendendo: “Desculpe”.

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Ciclista inglesa diz que beber cerveja com Príncipe Harry foi melhor do que ganhar dois ouros em Londres
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Conquistar duas medalhas de ouro em uma mesma edição dos Jogos Olímpicos é o sonho de qualquer atleta. Em casa, então, é um feito ainda mais sensacional. Mas, para Laura Trott, o mais legal de tudo isso foi a comemoração, digamos, com a “realeza”.

A ciclista, de apenas 20 anos, vencedora das provas omnium: contrarrelógio 500 m e perseguição por equipe, revelou que tomar uma cerveja com o Príncipe Harry depois de sua participação nos Jogos foi ainda melhor do que ganhar as medalhas.


Ciclistas britânicos medalhistas de ouro, Laura Trott e Jason Kenny se beijam em arquibancada do vôlei de praia, atrás de David Beckham – Foto: REUTERS/Neil Hall

“O Príncipe Harry foi o melhor. São poucas as pessoas que podem dizer que estiveram tão perto da realeza. De qualquer forma, nós tomamos cerveja, porque a competição tinha terminado”, disse, ao jornal “The Telegraph”. “Só não pudemos carregar as garrafas, pois não eram permitidas bebidas alcoólicas nas arquibancadas”, brincou.

“Ele abriu uma garrafa, a tampinha saiu voando e um pouco da cerveja caiu na cabeça da pessoa que estava bem abaixo da gente. Ele ficou com aquela cara de ‘Ai, meu Deus’. É estranho, não é? Eu não esperava que ele fosse uma pessoa tão normal”, completou.


Torcida “ajuda”, e jornalistas protagonizam “papelões” durante os Jogos Olímpicos; assista
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Trabalhar em uma Olimpíada é o sonho de muito jornalista esportivo. Mas o repórter não vive só de cobrir grandes feitos do esporte. Quem participou do evento em Londres pode confirmar.


Foto: Reprodução de TV

O vídeo abaixo reúniu uma série de situações vividas por jornalistas de todo o mundo em Londres. A maioria delas, claro, é bem engraçada. Assista e divirta-se:

[uolmais type="video" ]http://mais.uol.com.br/view/13202757[/uolmais]

Leia também: >> Handebol da França comemora ouro em Londres tirando roupa de repórter e destruindo estúdio; assista


“Virgem de 30 anos”, LoLo Jones ousa no modelo e exibe as pernas em balada em Londres
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Crédito: Divulgação

Crédito: Divulgação

LoLo Jones ficou famosa mundialmente muito mais por uma opção de vida do que por seus resultados nas pistas. A atleta dos 100 m com barreiras declarou que permanece virgem aos 30 anos e, além da curiosidade masculina, vem ganhando muito dinheiro com isso. Mas, obviamente, o fato não impede a norte-americana de cair na balada.

Leia também: >> “Virgem de 30 anos”, LoLo Jones fica sem medalha e aumenta debate resultado x fama

Nos Jogos de Londres, ela entrou como uma das candidatas a medalha, mas decepcionou e terminou apenas na quarta colocação, possivelmente sua última chance de conquista olímpica. Depois de sua participação no evento, LoLo foi para a festa.

Não sabemos quando foi (talvez na comemoração da medalha de ouro da seleção masculina de basquete dos EUA), mas, de qualquer forma, ela vestiu um shorts curto, deixou as belas pernas à mostra, caiu na noite londrina e ainda fez pose para os fotógrafos. E ela ainda descarta – e acha graça – o rótulo de um dos “símbolos sexuais” do esporte…


Bandeira dos EUA, tocha olímpica, dardos e aro do “Dream Team”; veja quais itens olímpicos estão em leilão
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Você não foi para os Jogos Olímpicos de Londres, mas pode ter, em sua casa, exemplares únicos do evento. Para isso, são necessárias três coisas: entrar em um site de leilão, fazer uma oferta e desembolsar uma boa grana.

Uma série de sites estão colocando em destaque objetos que fizeram parte das Olimpíadas. O jornal “The Guardian” fez uma lista com os itens mais curiosos – e bacanas – para se ter em casa.


A esgrimista Mariel Zagunis foi porta-bandeira dos EUA na cerimônia de abertura – Foto: AFP PHOTO / ADRIAN DENNIS

Veja, abaixo, o top 10 escolhido pelo UOL dos objetos à venda, abra a carteira e faça a sua aposta (os preços referem-se aos últimos lances). Quem sabe você não decora a sua cara com um item olímpico?

£8,570 (cerca de R$ 27.200): edição especial da tocha olímpica assinada por Jessica Evans, medalha de ouro no heptatlo e uma das queridinhas da torcida britânica. Apenas 12 objetos foram confeccionados.

£6,001 (cerca de R$ 19.050): um boneco que recria o Big Ben, criado pelo famoso designer Tim Miness

£4,515 (cerca de R$ 14.315): bandeira dos EUA carregada pela esgrimista Mariel Zagunis na cerimônia de abertura dos Jogos

£2,015 (cerca de R$ 6.400): dardo usados pelos atletas nas competições masculinas


“Sr. Youtube”, queniano Julius Yego compete no lançamento de dardo – Foto: AFP PHOTO / ADRIAN DENNIS

£1,410 (cerca de R$ 4.480): réplica da camisa usada pela equipe do Reino Unido nas competições de ciclismo, assinada por Chris Hoy, escocês dono de sete medalhas olímpicas, sendo seis ouros (dois deles em Londres)

£1,015 (cerca de R$ 3.220): aro usado na final masculina de basquete entre EUA e Espanha

£741 (cerca de R$ 2.350): par de lutas usada pelo boxeador Magomedrasul Medzhidov, do Azerbaijão, medalha de bronze na categoria acima de 91 kg

£656 (cerca de R$ 2.080): placa escrita “Australia”, levada por uma voluntária na cerimônia de abertura

£431 (cerca de R$ 1.370): chapéu com luzes elétricas usado por uma das 11 Mary Poppins na cerimònia de abertura

£75 (cerca de R$ 240): bandeira de Djibouti, usada no desfile das delegações na cerimônia de abertura


Kobe Bryant enterra na final contra a Espanha em Londres – Foto: AFP PHOTO /MARK RALSTON


Em livro, musa do futebol conta que foi concebida na prisão e detalha relacionamento com o pai
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“SOLO: A Memoir of Hope” conta a trajetória de Hope Solo até o embarque da seleção dos EUA para os Jogos Olímpicos de Londres. O livro traz detalhes da vida particular da goleira e musa do futebol feminino, especialmente o relacionamento com seu pai.

A “ESPN” adiantou um trecho da biografia, no qual Hope admite que foi concebida na prisão. “Solo nasceu em 1981 depois que sua mãe engravidou durante uma visita conjugal ao pai dela na prisão”, diz o livro.


Foto: Divulgação

O relacionamento com o pai toma boa parte da obra. Jeffrey John Solo foi preso por fraude e chegou a ser acusado de assassinato. “É uma coisa complicada, por saber sabendo quanta dor meu pai causou em minha vida e nas vidas de outros que eu amo, mas ainda sinto amor por ele em meu coração”, disse a goleira na obra. “Não importa o que ele fez, ele era meu pai. Ele ajudou a criar a pessoa que sou. Ele sempre me tratou com muito amor, mas simplesmente não sabia como ser um marido ou um pai ou um membro responsável da sociedade.”

Em 2007, com a morte prematura do pai, vítima de uma parada cardíaca, a vida de Solo saiu dos eixos. Em seguida, ela acabou deixando o posto de goleira titular da seleção dos EUA na semifinal do Mundial (antes da derrota por 4 a 0 para o Brasil) e, no livro, desabafa contra o então técnico da equipe, Greg Ryan, acusando-o de empurrá-la durante uma preleção.

Ao saber da declaração de Solo, o atual treinador do Michigan negou a goleira. “Essa afirmação é completamente falsa. Eu não empurrei Hope conforme fui acusado no livro. Eu teria sido expulso imediatamente da seleção caso isso fosse verdade. Hope estava descontente por ter ido para o banco de reservas, mas era o certo para a equipe. Aquilo foi discutido com as líderes da equipe e elas acataram minha decisão”, defendeu-se Greg.

Um ano depois, Hope recuperou a posição, foi campeã olímpica e se firmou como um dos mais belos rostos do futebol feminino.

Antes dos Jogos de Londres, Hope afirmou que o sexo é comum na Vila Olímpica e revelou que estava completamente bêbada em uma entrevista ao “Today Show”, em 2008, justamente após o título olímpico. O que aconteceu no evento britânico ficará disponível em forma de “e-book”, escrito durante a trajetória rumo ao tricampeonato olímpico.

Serviço
Livro: SOLO: A Memoir of Hope (apenas em inglês)
Data de lançamento: 15/08/2012
Preço: US$ 14,99, cerca de R$ 30,40, sem o frete, versão em papel, promoção de lançamento

VEJA MAIS IMAGENS DA MUSA HOPE SOLO

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Gato faz pose à la Bolt e vira sensação nas redes sociais
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Usain Bolt faz um gesto característico todas as vezes que vence uma prova. Estica o braço direito, dobra o esquerdo, e faz a sua pose, atraindo holofotes e sendo imitado por muita gente. A moda agora invadiu o mundo animal.


Foto: Reprodução/Facebook

Uma foto veiculada pelo perfil “LOL Wall”, no Facebook, mostra um gato fazendo a pose clássica do velocista. Não sabemos se é real ou não, mas o fato é que virou um hit nas redes sociais.


Handebol da França comemora ouro em Londres tirando roupa de repórter e destruindo estúdio; assista
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Os jogadores de handebol da França encontraram uma maneira curiosa de comemorar o bicampeonato olímpico em Londres. Primeiro, resolveram despir um repórter que fazia uma entrada ao vivo. Depois, destruíram um estúdio de TV.


Foto: Reprodução de TV

O primeiro a sofrer foi Nicolas Jamain, repórter da “BFM TV”. Ele tentava falar com Nikola Karabatic (de barba) e Xavier Barachet quando foi surpreendido pela dupla, que abriu a sua camisa e começou a tirar a sua roupa.

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Depois, quem sofreu foi o “L’Equipe”, referência no país em cobertura esportiva. Durante os Jogos, os jornalistas do jornal fizeram algumas críticas ao time. Depois do ouro, eles foram aos estúdios e resolveram destruir o que encontraram pela frente. A apresentadora Gaëlle Millon até tentou acalmar os ânimos, mas não teve sucesso.

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