Lucas diz que assédio feminino na França é menor do que no Brasil
UOL Esporte

Crédito da foto: Divulgação/Sexy
Após seis meses de França, Lucas disse que não sofre com o assédio feminino como acontecia no Brasil. Em entrevista à revista Sexy do mês de junho, o meia falou sobre a relação com as mulheres em Paris.
“Como era no Brasil não vai ter igual. Mas, como falei, estou surpreso com o assédio, ainda mais depois dos jogos; aumentou bastante. No Brasil é um calor imenso, todo treino é lotado, aonde eu ia tinha fãs. Aqui o pessoal é contido, não chega próximo como no Brasil, mas também tudo está no começo ainda, né. Vou começar a fazer minha história aqui”, disse.
Também para a publicação masculina, o ex-são-paulino falou sobre sua relação com o atacante sueco Ibrahimovic.
“Fora do campo ele é totalmente diferente como é dentro do campo. Dentro é um cara bravo, grita, xinga, pede a bola como todo atacante. Fora do campo é muito amigo, me trata muito bem, a gente se dá muito bem, brinca bastante”, afirmou Lucas, pouco depois de ressaltar sua relação com os brasileiros.
“Sem dúvida com os brasileiros (jogadores que ele se dá melhor”. Me receberam muito bem, frequentemente a gente se encontra para jantar ou fazer churrasco. Essa semana o Maxwell e o Thiago Silva vieram fazer churrasco aqui em casa, a gente se entende mais, fala melhor a língua. O Thiago eu já conhecia da seleção, o Maxwell é gente boa”, falou.
Para finalizar suas declarações à Sexy, Lucas falou sobre as vaias que a seleção brasileira tem recebido quando atua no Brasil.
“É um assunto delicado, muito triste. Fiquei triste quando vi isso. Sei do sentimento dos jogadores que estiveram dentro do campo. Como falei: se fosse feito um bom papel dentro de campo, fosse dado o melhor, com certeza a reação da torcida seria diferente. Claro que ninguém quer vaias. Temos que procurar reverter essa situação, reconquistar o torcedor. O torcedor hoje não confia na seleção”, completou.









