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Arquivo : maio 2013

Violenta, série entre Bulls e Heat dá novo significado ao termo “basquete de playoffs”
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Crédito: Reprodução/Twitter

Michael Jordan, o melhor jogador de basquete de todos os tempos, foi quem cunhou a expressão que define a fase decisiva da NBA: “São os playoffs que separam os meninos dos homens”. E, assim, os mata-matas da liga americana de basquete ficaram conhecidos pelo jogo físico, pelas bolas decisivas históricas e, até, pela violência.

Só que Chicago Bulls e Miami Heat têm dado outro significado a esse “basquete de playoffs”: a série, que pode ser encerrada na próxima quarta-feira, já que o Heat está na frente por 3 a 1, tem sido extremamente violenta, com agressões, provocações, discussões e multas.

E isso é fruto de uma rivalidade revivida recentemente: na época de Michael Jordan e Scottie Pippen, os Bulls “varreram” o Heat por dois encontros seguidos nos playoffs, em 1992 e 1996 (primeira rodada da conferência leste). Em 1997, finalmente o Heat conseguiu uma vitória, na decisão do leste, só que a série acabaria 4 a 1 para os Bulls. Jordan levou o último jogo praticamente sozinho para o time de Chicago, após levar para o “lado pessoal” uma cotovelada de Alonzo Mourning, craque do Heat, na cabeça de Pippen.

No início do século, a rivalidade continuou tomando forma nos playoffs: em 2006, o Miami, já com Dwyane Wade, passou pelos Bulls com um 4 a 2, e acabaria campeão da liga. No ano seguinte, os Bulls “varreram” novamente o Heat, com a geração chamada de “Baby Bulls”, liderada por Luol Deng e Kirk Hinrich.

Só que tudo isso era apenas uma prévia para a “Era LeBron James” em Miami.

LeBron James é agredido por Nazr Mohammed no jogo 3 da série entre Bulls e Heat nos atuais playoffs.

Em 2010, LeBron resolveu que deixaria o Cleveland Cavaliers. A nova franquia a qual defenderia foi apresentada em um programa chamado “The Decision”, o que causou revolta em Cleveland, onde torcedores queimaram nas ruas camisas de James; e em Chicago, já que os Bulls tentaram a companhia de LeBron para Derrick Rose, astro maior da equipe.

Só que, se jogando pelo Cavs, LeBron já era detestado pelos jogadores dos Bulls (Joakim Noah, pivô titular da equipe, declarou “odiar” Cleveland só por esta razão), ao se juntar a Dwyane Wade e Chris Bosh em Miami a rivalidade só cresceu. E se tornou violenta.

LEBRON DANÇA E REVOLTA JOAKIM NOAH

Em 2011, primeiro ano de LeBron no Heat, o Bulls venceu os três jogos entre as equipes na temporada regular, todos com clima de final. Com a melhor campanha da liga, os Bulls chegaram à final do leste com a vantagem do mando de quadra sobre o Miami. E venceram o primeiro jogo, por fáceis 103 a 82, e com direito a históricas enterradas de Taj Gibson, uma sobre Dwyane Wade:

A cravada foi tão bonita que o próprio Wade assumiu que seus filhos, quando jogam basquete com ele, falam que imitarão Gibson.

Só que o Heat acordou, dominou as quatro partidas seguintes e levou o título. A festa, é claro, foi cheia de provocações.

Crédito: EFE/Tannen Maury

Como em 2012, ano do título do Heat e seu “trio de amigos”, os Bulls caíram na primeira rodada dos playoffs após contusões de Derrick Rose e Joakim Noah, novo capítulo da rivalidade ficou guardado para este ano. E os episódios mais violentos também.

A primeira parte foi a histórica vitória dos Bulls no dia 27 de março: o Heat, melhor campanha a liga, estava rumo ao recorde de vitória seguidas (33), já com 27 triunfos consecutivos. Só que um destroçado Bulls, com boa parte do elenco contundido, conseguiu “milagrosa” vitória por 101 a 97. LeBron James, revoltado com o jogo físico dos Bulls, chegou a agredir Carlos Boozer:

Depois, os playoffs. Os Bulls conseguiram passar pelos Nets em sete jogos, enquanto o Heat “brincou” contra o Bucks em quatro partidas. O confronto pelas semifinais do leste foi inevitável, e já começou quente: no primeiro jogo, em Miami, Nate Robinson, de apenas 1,75 m, decidiu o jogo no último quarto para um Bulls sem três titulares.

Crédito: Reprodução/Twitter – Uma empresa pendurou pela cidade de Chicago outdoors com torcida pelos Bulls: Nate, o baixinho, virou uma simpática piada na foto.

No jogo dois, violência: foram 51 faltas na partida, com incríveis nove faltas técnicas. Além disso, dois jogadores foram expulsos: Taj Gibson e Joakim Noah. Taj acabaria multado em 25 mil dólares por falar repetidamente palavrões em direção à arbitragem. Veja a confusão no vídeo:

Crédito: Reprodução/Twitter

O jogo ficou marcado pela torcedora que mostrou o dedo para Noah quando ele saía de quadra. A mulher, Filomena Tobias, já foi acusada de assassinato e de sequestro.

Depois, no jogo seguinte, mais multa: Tom Thibodeau, técnico dos Bulls, revoltado com o que considerou uma arbitragem parcial em favor o Miami Heat, foi multado em 35 mil dólares após entrevista em que fez fortes críticas aos árbitros.

Além disso, Joakim Noah levou falta técnica após empurrar Chris Andersen, que tentou chutar o rival depois do empurrão. Depois, o já famoso empurrão de Nazr Mohammed em LeBron, que aparece no começo do post. Por fim, Joakim Noah bateu palmas de forma irônica para Chris Bosh, enquanto este dava bronca em Mario Chalmers.

Crédito: Reuters/Jeff Haynes

Independentemente de quem triunfar na série, novos capítulos dessa rivalidade ainda virão, e provavelmente com mais jogo físico e violência. “É diferente. É nossa rivalidade. Palavras não podem expressar o quanto queremos derrotá-los”, disse Taj Gibson, antes da série atual ter início.

Para a próxima temporada, é importante lembrar da volta de Derrick Rose, astro dos Bulls que ainda não voltou a jogar após gravíssima lesão no joelho. Ele, inclusive, foi apontado pela revista Dime, especializada em NBA nos EUA, como o principal jogador que pode mudar a liga no futuro.

Por quê? Porque seria o único que poderia parar LeBron James e seu Miami Heat.

*Por Felipe Noronha


Dirigente invade campo para agredir árbitro, mas erra todos os socos e passa vergonha; assista
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Crédito: Reprodução

Um dirigente iraniano passou o limite do ridículo no último final de semana: após seu time ser derrotado em um jogo da terceira divisão local, ele invadiu o gramado para agredir o árbitro.

Antes de tentar trocar socos com o juiz, ele fez até pose: tirou a blusa que vestia, encarou outro homem e correu para cima do árbitro.

Só que, na hora da briga, passou mais vergonha ainda – errou todos os socos tentou, ficando “no vácuo”.

Assista ao ridículo senhor iraniano no vídeo abaixo:


Jogador dá entrada criminosa e quebra perna de rival na República Tcheca
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Crédito: Michal Cizek/EuroFootball/Getty Images

O jogador Leonard Kweuke, do Sparta Praga, exagerou em um dividida em partida contra o Mladá Boleslav, pela Copa da República Tcheca, disputada na última quarta-feira.

O camaronês passou por dois adversário na lateral esquerda, só que deixou a bola correr demais. Foi quando Radek Dosoudil, do Boleslav, arriscou um carrinho para desarmá-lo.

Kweuke perdeu a cabeça e entrou com a sola da chuteira em Dosoudil, quebrando na hora a pena do adversário.

O violento lance fez com que o jogador do Sparta fosse suspenso por 12 jogos. O problema é pior para Dosoudil: ele tem recuperação estimada em 12 meses. Veja abaixo o lance:

Violência no futebol

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Árbitro fica em estado crítico após agressão de jogador nos EUA
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Crédito: Reprodução/Yahoo

Um árbitro americano está internado em estado crítico desde a última sexta-feira, após ser agredido por um adolescente de 17 anos durante uma partida de futebol em Utah, nos Estados Unidos – na foto acima, o campo em que o jogo ocorreu.

O juiz, de 46 anos – nome não revelado – foi agredido na cabeça pelo jovem após puni-lo com cartão amarelo. Em um primeiro momento, as lesões foram consideradas leves, mas os médicos que cuidam do caso descobriram depois diversas lesões na cabeça do homem – ele chegou a perder a consciência antes de chegar ao hospital.

O jovem foi preso e levado para uma casa de detenção juvenil. A Justiça local analisa o caso, para definir se o adolescente será julgado como adulto pela agressão.

Se for julgado como maior e considerado culpado, pode pegar até cinco anos de prisão.


Árbitro leva soco no rosto após marcar pênalti duvidoso
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Um pênalti marcado de maneira duvidosa pode criar polêmica de várias maneiras, mas um jogador na Indonésia levou isso ao extremo.

O árbitro Wasit Muhaimin anotou pênalti, aparentemente inexistente, após um carrinho na área, a favor da equipe do Pelita Bandung Raya. O gol acabaria dando a vitória à equipe, por 2 a 1, sobre o Persiwa Wamena, em partida pelo campeonato local no último domingo.

Só que, antes do tento ser marcado, o árbitro sofreu uma “consequência” pela marcação duvidosa. Ele levou um soco na cara, dado por trás, do jogador Pieter Rumaropen. Muhaimin sangrou bastante após a agressão, e a partida teve que parar por 10 minutos, até que o árbitro pudesse retornar ao jogo.


Zagueiro inglês leva soco em briga e é deixado inconsciente na rua por 15 minutos
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Crédito: Reprodução

O zagueiro inglês Danny Simpson, do Newcastle, foi encontrado desmaiado em uma calçada de Manchester por volta de 4h do último domingo, após uma briga em um bar, no qual o zagueiro celebrava a vitória de seu clube contra o Chelsea, por 3 a 2.

Simpson se envolveu em uma discussão com um homem que aparentava ter por volta de 50 anos e acabou acertando um soco nessa pessoa. Ele tentou deixar o local sem prestar ajuda e, ao tentar entrar em um táxi, foi agarrado e agredido por outros dois homens. Segundo testemunhas, o zagueiro estava alcoolizado.

Sangrando e inconsciente, ele ficou largado na calçada em frente ao bar por volta de 15 minutos, antes de ser levado para um hospital por uma equipe de resgate. Imagens divulgadas pelo jornal The Sun mostram Simpson sangrando pela boca.

O zagueiro, que deve ser dispensado pelo Newcastle ao fim da temporada, não tentou esconder o caso e, via Twitter, divulgou que estava bem na manhã seguinte. “Só para avisar, estou bem. Dois contra um, parabéns”, ironizou.

Crédito: Reprodução

Violência no futebol

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Hooligan inglês abandona brigas e se prepara para cirurgia de mudança de sexo
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Crédito: Reprodução

Sua vida é, basicamente, se juntar a outros homens para bater em torcedores dos times adversários. Você se orgulha disso, e conta com prazer as histórias de violências. Porém, na verdade, tudo que você quer é conseguir assumir sua orientação sexual e virar uma mulher.

Estranho? Pode ser, mas real. Essa é a história de Burly Allen, um hooligan inglês de 32 anos, torcedor do Exeter City (time que enfrentou o Brasil no primeiro jogo da história da seleção).

“Eu costumava bater em pessoas. Eu ia aos jogos do Exeter e da seleção inglesa para brigar. Bater em suecos era muito divertido”, afirmou ao jornal The Sun. “Mas, na verdade, eu lutava contra algo que eu queria ser. eu tentava me conformar em ser um homem e vivia uma vida infeliz”, disse.

“Não estou orgulhoso do meu passado, mas isso passou e, agora, estou concentrado em modelar minha forma atual. Finalmente tenho a vida que sempre quis”, completou. Explica-se: Allen começou a usar roupas femininas, deixou o cabelo crescer, terminou com a namorada (com a qual tem uma filha de 11 anos), está fazendo tratamento hormonal, terapia vocal para mudar a voz e, o principal – fará uma cirurgia de mudança de sexo em um futuro próximo.

Se todas as transformações na vida de Allen derem certo, ele abandonará a vida de hooligan definitivamente? É o que ele afirma, mas… “Espero voltar a ir em jogos da Inglaterra logo”, afirmou. Será que, desta vez, se comportará como uma mulher?

Crédito: Reprodução

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Torcida de time turco arremessa objetos em atacante considerado “traíra”
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O atacante turco Burak Yilmaz, que anotou 6 gols na primeira fase da Liga dos Campeões, ajudando a colocar o Galatasaray na próxima fase (onde enfrenta o Schalke 04), foi alvo da violência da torcida do Trabzonspor em partida válida pelo campeonato turco realizada no último domingo.

Considerado “traíra” pelos fanáticos do Trabszonspor, por ter deixado a equipe para jogar no rival de Istambul, o jogador foi alvo de vários objetos lançados pela torcida.

Ele reclamava de lance na área quando aparentemente uma garrafa de água atinge sua cabeça. Ele cai no chão e, enquanto sente dores, um adversário vai observá-lo. Ao mesmo tempo, a torcida consegue atingir um rojão ao lado dos atletas. O camisa 23 do Trabzonspor, Giray, também é atingido.

A torcida só se acalma quando Altintop, ídolo na turquia e jogador do Galatasaray, se dirige aos torcedores apontando a bandeira da Turquia bordada na camisa de seu time.

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Jogo de rúgbi na Argentina é interrompido após tiroteio próximo ao campo
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Jogadores de rúgbi se jogam no chão após início de tiroteio. Crédito: Reprodução

Um jogo de rúgbi na Argentina quase terminou em tragédia na última semana. Enquanto as equipes do Gimnasia y Tiro e Universitario disputavam a semifinal de um campeonato sub-19 em um clube de Salta (norte do país), uma partida de futebol que acontecia ao lado descambou para a violência.

Após ouvirem disparos de armas de fogo, os torcedores que acompanhavam o jogo de rúgbi se desesperaram e alertaram os atletas do risco. A partida teve que ser interrompida e os jogadores ficaram abaixados esperando o perigo passar. Por sorte, ninguém se feriu.

Confira o susto:

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Jogo entre times juvenis termina em batalha campal nos EUA; assista
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Na última semana, cenas de violência em um jogo sub-15 entre Santos e Osasco e em outra partida sub-13 na Bahia causaram espanto. Mas não é só no Brasil que a garotada está confundindo futebol com pancadaria.

Nos Estados Unidos, um jogo entre duas equipes colegiais de Minnesota acabou em uma batalha campal depois que um jogador do Grace High, derrotado por 2 a 1 pelo Prairie Seeds, empurrou um rival.

O jogador do Prairie Seeds não reagiu bem ao empurrão e revidou com um violento soco na cara. Começou então uma pancadaria generalizada envolvendo praticamente todos os jogadores dos dois bancos de reservas.

A polícia de Maple Grove, em Minnesota, está utilizando as imagens de TV para investigar o caso e punir os responsáveis. Classificado para os playoffs, o time de Prairie Seeds ainda não sabe como vai continuar na competição, já que mais da metade do time cumprirá suspensão.

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>>> Jogo entre equipes sub-15 do Santos e Osasco termina em pancadaria
>>> Clássico entre Bahia e Vitória com crianças e adolescentes termina em pancadaria e feridos