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Foto histórica: Há 25 anos, ator e sua “gangue maluca” venciam o Liverpool na Copa da Inglaterra
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Crédito da imagem: David Cannon/Getty Images

Nesta terça-feira, uma das mais lembradas vitórias da história do futebol inglês completa 25 anos. No dia 14 de maio de 1988, o pequeno Wimbledon venceu o poderoso Liverpool, então campeão nacional, por 1 a 0, e conquistou a Copa da Inglaterra. O jogo, porém, ganhou ares de lendário devido ao elenco nada ortodoxo dos campeões.

O destaque do time era o volante Vinnie Jones, até hoje considerado um dos jogadores mais violentos da história do futebol na Grã-Bretanha – em 1992, por exemplo, o então jogador do Chelsea foi expulso após apenas três segundos durante um jogo contra o Sheffield United, pela Premier League. Na foto histórica acima, ele comemora a vitória sobre o Liverpool no estádio de Wembley.

 

Se você não está ligando o nome à pessoa, porém, esclarecemos: Vinnie deixaria sua carreira como jogador 10 anos depois para virar ator de filmes de ação. Com seu jeito durão e cara de malvado, ele fez sucesso tanto em filmes ingleses, como Jogos, trapaças e dois canos fumegantes e Snatch, de Guy Ritchie, como em películas de Holywood: X-Men 3 – O confronto final e EuroTrip – Passaporte para a confusão, para citar alguns. Recentemente, fez até dublagem em Madagascar 3.

Vinnie Jones marca Thomas, do Liverpool, durante a final da Copa da Inglaterra de 1988 (Foto: Ian Hodgson/REUTERS)

O restante do time era tão lunático quanto Vinnie Jones. Tanto que o elenco do Wimbledon na ocasião era conhecido como “a gangue maluca”, devido ao alto número de bad boys no time azul. O gol da vitória sobre o Liverpool foi marcado por Sanchez, ainda no primeiro tempo do jogo.

Naquele dia, o Wimbledon jogou com Beasant; Goodyear, Young, Thorn e Phelan; Cork (Cunningham), Vinnie Jones, Sanchez e Wise; Fashanu e Gibson (Scales). O treinador era Bobby Gould.

Já o Liverpool, comandado pelo lendário “King” Kenny Dalglish atuou com Grobbelaar; Nicol, Gillespie, Hansen e Ablett; Houghton, Spackman (Molby), McMahon e Barnes; Beardsley e Aldridge (Johnston).

O duelo ainda teve curiosidade: no segundo tempo, o goleiro Beasant, do Liverpool, defendeu um pênalti cobrado por Aldridge, e se tornou, desta forma, o primeiro arqueiro a pegar uma penalidade em uma final da Copa da Inglaterra.

Crédito da imagem: Pascal Rondeau/Getty Images


Aposta de jogador morto em hepta de Federer rende R$ 320 mil para entidade de caridade
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Crédito da foto: Getty Images

Das agências internacionais, em Londres (Inglaterra)

O sétimo título de Roger Federer rendeu mais de R$ 320 mil para a Oxfam, uma entidade social que busca soluções contra a pobreza e a injustiça, devido a uma aposta de um jogador morto em 2009.

Nick Newlife, que morreu aos 59 anos, apostou em 2003, ano da primeira conquista de Federer na grama inglesa, 1.576 euros, cerca de R$ 3.941,00, (a 66 contra 1) que o tenista suíço chegaria ao heptacampeonato em Londres.

Morador de Oxford (sul da Inglaterra), onde fica a sede da Oxfam, Newlife deixou todos os seus bens, incluindo a aposta, para a entidade governamental.

“Durante duas semanas todo o mundo de Oxfam acompanhou o progresso de Federer no torneio”, revelou Andrew Barton, responsável pelas relações comercias de Oxfam.


Tsonga leva bolada nas “partes baixas” e ainda perde semifinal em Wimbledon; assista
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Dói perder uma semifinal de Wimbledon. Mas dói ainda mais quando, além da derrota esportiva, o cara leva uma bolada daquelas, digamos, nas “partes baixas”. Foi isso que Jo-Wilfried Tsonga sentiu no Grand Slam inglês.


Foto: Reprodução de TV

Além de ser superado pelo britânico Andy Murray, que avançou para a decisão contra o suíço Roger Federer, o francês teve que conviver com a dor de ser acertado, em cheio, pelo rival. Que cacetada!

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Bolso não segura bolinhas, Murray perde pontos, fica irritado e “briga” com bermuda; assista
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Andy Murray teve sérios problemas com a sua bermuda na partida contra Marcos Baghdatis, em Wimbledon. Ela caía? Estava desconfortável? Que nada: as bolinhas não conseguiam parar no bolso.

Uma, duas, três vezes… O britânico, no meio do ponto, viu a bolinha escapar do bolso e cair na quadra. De acordo com a regra, a primeira vez que a bolinha escapa é considerado um ato involuntário: o jogador é advertido, e o ponto, disputado novamente. Na segunda, terceira, e por aí vai, o tenista que deixou a bolinha cair é punido com a perde do ponto. Resultado: Murray perdeu dois pontos na brincadeira.

Irritado, o tenista trocou a bermuda por uma maior. Mas, qual era o problema? Bolso pequeno? Bolso largo? Bermuda muito colada?

De acordo com a Adidas, patrocinadora e fabricante do material usado por Murray, o erro foi “técnico”. “Trabalhamos com Andy no design de todo o seu kit e acreditamos que os problemas foram resultado de um erro técnico individual ao colocar os bolsos, manualmente, nos seus shorts”, disse a empresa em nota oficial.

Assista, abaixo, ao bolso atrapalhando a vida de Murray em Wimbledon:

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Crédito da foto: AP


Americano saca a quase 190 km/h e acerta bolinha no olho de juíza de linha em Wimbledon; assista
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Um olho na linha, outro na bola. É assim aque trabalha um juiz de linha em um jogo de tênis. Mas, em Wimbledon, o olho ficou na linha e não deu tempo tirar o olho da bola. Literalmente.


Foto: Reprodução de TV

Na partida contra o francês Jo-Wilfried Tsonga, o americano Mardy Fish soltou o braço no seu serviço. A bolinha alcançou 118 milhas por hora (quase 190 km/h). O saque foi fora, mas a juíza não teve tempo de desviar e acabou levando aquela bolada, direto no olho. A pancada foi tão forte que ela até deixou a partida.

Assista, abaixo, à cacetada que levou a juíza no Grand Slam inglês:

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Após vencer Venus Williams, Vesnina derruba cameraman em Wimbledon; assista
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Não foi apenas a ex-número 1 do mundo, Venus Williams, que foi caiu no primeiro dia de jogos de Wimbledon. Um cameraman não conseguiu manter o equilíbrio e acabou estatelado no chão.


Foto: Reprodução de TV

Depois de eliminar a norte-americana, a russa Elena Vesnina dava autógrafos para os torcedores quando o cameraman Colin, da BBC (o sobrenome não foi divulgado), desabou, com câmera e tudo. A galera ao lado caiu na gargalhada.

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Novo trailer do game “Grand Slam Tennis 2″ traz Wimbledon e estrelas do esporte; assista
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O game “Grand Slam Tennis 2″ só chega às lojas no dia 14 de fevereiro de 2012 para Xbox 360 e PlayStation 3, mas já está fazendo barulho por dois motivos: Wimbledon e as estrelas do tênis mundial.


Foto: Reprodução de TV

A quadra central de Wimbledon, uma das competições mais tradicionais do esporte, é recriada com perfeição no game. Os detalhes, especialmente o novo teto retrátil, são reproduzidos, como pode ser visto na foto acima.


Foto: Divulgação

O jogador ainda terá à sua disposição atletas como Bjorn Borg, John McEnroe, Boris Becker, Stefan Edberg, Pete Sampras, Roger Federer, Novak Djokovic, Rafael Nadal, as irmãs Venus e Serena Williams e a musa Maria Sharapova para recriar as emoções das quadras.

Assista, abaixo, ao novo trailer do game “Grand Slam Tennis 2″:

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Ingleses apostam na barba de Andy Murray durante torneio de Wimbledon
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Crédito: REUTERS/Suzanne Plunkett

Ingleses gostam de apostas e costumam colocar seu dinheiro em jogo durante partidas do Campeonato Inglês, Fórmula 1, Wimbledon e uma série de outros eventos esportivos. Porém, durante a edição deste ano do tradicional Grand Slam londrino, uma aposta em particular se destaca: até quando Andy Murray manterá sua barba? Se é que aqueles pelos no rosto do tenista podem ser chamados de barba.

Alex Donohue, dono da casa Ladbrokes, na capital inglesa, argumenta que o tema é só mais um motivo para os fãs apostarem no atleta britânico. “Até agora a barba parece estar ajudando. Nós oferecemos aos fãs de Murray um pouco mais, caso pensem que vai mantê-la ou que ele vai ser campeão”, afirmou o empresário.

A barba que, apesar de escassa, já ganhou fama mundial, deixou o tenista constrangido na última quarta-feira, quando encontrou o príncipe William e Kate Middleton. “Eu conheci o duque e a duquesa de Cambridge hoje[quarta]. Eu estava constrangido de conhecê-los suado e barbudo. Eu não poderia estar menos apresentável. Teria pelo menos feito a barba se soubesse que eles viriam”, comentou no seu Twitter. Em Londres, há quem diga que a barba por fazer é justamente o que tem dado sorte ao tenista na grama.

Porém, os pelos facias de Murray não são a única aposta bizarra de Wimbledon. Na quarta-feira, pagava-se 10 para 1 que Feliciano Lopez, o queridinho da Sra. Murray, mandasse um beijo para a mãe do adversário britânico após a partida. “Deliciano” Lopez não mandou o beijinho e o britânico venceu, garantindo sua vaga na semifinal contra Rafael Nadal, na próxima sexta. A questão é: com ou sem a barba?


Sósia de Muhammad Ali choca o mundo em Wimbledon
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Em fevereiro de 1964, Muhammad Ali, aos 22 anos, impressionou o mundo ao nocautear Sonny Liston e ficar com o cinturão dos pesos pesados. Nesta, quarta-feira, Jo-Wilfried Tsonga também surpreendeu os fãs de tênis ao eliminar Roger Federer do torneio de Wimbledon depois de perder os dois primeiros sets para o suíço.

Ao contrário do pugilista falastrão, Tsonga não bradou o clássico “Eu choquei ao mundo!” após a vitória. Pelo contrário: cumprimentou respeitosamente o adversário para, em seguida, pular de felicidade na grama inglesa. Claro que é difícil comparar o feito do ex-boxeador com o do tenista francês, mas uma foto de sua comemoração lembrou bastante uma das imagens icônicas de Ali.

Crédito: AFP Photo

A comparação entre os dois acompanha Tsonga desde que o tenista despontou na ATP, tanto que “Ali” é um de seus apelidos. “Ele é um de meus herois. Eu gosto dele por sua personalidade, logo estou feliz de ser comparado a ele. É uma honra”, afirmou certa vez à BBC.

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Gemidos de tenistas podem estar com os dias contados em Wimbledon
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Crédito: REUTERS/Toby Melville

Os gritinhos e gemidos das tenistas que sempre chamaram tanto a atenção do público de tênis podem estar perto do fim. Pelo menos em Wimbledon onde um manda-chuva do All England Lawn and Tennis Club quer proibir a “livre expressão” das atletas.

Ian Rithcie afirmou em entrevista ao jornal inglês The Telegraph que os grunhidos que o tema tem sido discutido nas altas esferas do Grand Slam inglês. “Nós temos discutido isso e acreditamos que seria bom reduzir a quantiodade de grunhidos. Nós somos apenas um torneio em todo circuito, mas deixamos nosso ponto de vista claro e gostaríamos de ver menos desse ruído”.

Uma das argumentações, baseada até em estudos científicos, é que os gritinhos e gemidos atrapalham a concentração do advesário, e que inclusive este tema já se tornou objeto de reclamação dos fãs. Para Ritchie, o problema reside na educação dos tenistas, especialmente os mais jovens do circuito.

“Eu acho que existe um problema de educação com os atletas mais jovens. E com certeza se você perguntar quais reclamações eu mais recebo em minha caixa postal, este assunto está lá no topo. Portanto, nós estamos cientes de que, nas quadras ou na televisão, as pessoas não gostam disso”.

Apesar das recentes declarações de Ian Ritchie, o tema gemidos x tênis não é novo e já ronda as quadras há anos. A primeira grande polêmica talvez tenha surgido com Monica Seles, mas o fato é que atualmente os gritinhos estão amplamente difundidos, inclusive entre atletas de ponta como Maria Sharapova e Serena Williams.