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7 provocações que levaram o troco no Campeonato Carioca

UOL Esporte

18/02/2018 06h00

No campeonato que já teve reboladinhas, embaixadinhas, Dança do Créu e provocações entre craques, um simples gesto na comemoração de um gol causou tanta polêmica que chegou a tirar a decisão da Taça Guanabara do estado do Rio de Janeiro. Foi apenas mais uma vez em que a zoeira levou o troco no Cariocão:

1. O chororô de Vinicius Júnior

André Mourão/AGIF

A seguir, veremos casos de provocações que levaram o troco em campo. Este é o único em que a vingança veio fora dos gramados. O Flamengo já vencia o Botafogo por 2 a 1 quando Vinícius Júnior fez um golaço e levou as mãos ao rosto como se estivesse chorando. A zoeira começou em 2008: depois de uma derrota, presidente e jogadores botafoguenses reuniram a imprensa para reclamar da arbitragem. Desde então, os rivais começaram a tirar onda com o “chororô. O Botafogo não engoliu o gesto de Vinícius Júnior e vetou o estádio Nilton Santos para a final contra o Boavista – o jogo foi transferido para Cariacica, no Espírito Santo.

 

2. Rebolada de Edmundo


Em 1997, Edmundo jogou demais – muita gente acha que ele foi o melhor do mundo naquele ano. Só que, no Carioca, ele rebolou demais. O Vasco venceu o primeiro jogo, e Edmundo resolveu comemorar antes da hora. Na frente do zagueiro Gonçalves, fez a famosa dancinha. Aí o Botafogo venceu o jogo da volta, ficou com o título e comemorou como? Rebolando, é claro.

 

3. Embaixadinhas do Pedrinho

Reprodução

A final da Taça Guanabara de 2000 é inesquecível para os vascaínos. Pedrinho pediu silêncio e fez até embaixadinhas durante a goleada de 5 a 1 sobre o Flamengo. Mas o campeonato ainda não tinha acabado. Na decisão do Estadual, o rubro-negro ficou com o título. Com direito a embaixadinhas do meia Beto, que revidou o gesto de Pedrinho.

 

4. Dança do Créu


O hit de 2008 tem uma coreografia bem insinuante, que irritou os flamenguistas na derrota para o Fluminense no Carioca daquele ano. Com três gols, Thiago Neves comandou a goleada por 4 a 1 e comemorou dançando o Créu. Só que, no final, o título ficou com o Flamengo. Os rubro-negros não tiveram a chance de dar o troco diretamente nos tricolores, mas descontaram dançando o Créu nos jogos contra Botafogo e Vasco.

 

5. Rei do Rio

Reprodução

No Carioca de 1995, o título informal de “Rei do Rio'' foi disputado por Romário (Flamengo), Renato Gaúcho (Fluminense), Túlio (Botafogo) e Valdir Bigode (Vasco). Em uma entrevista à Globo, Romário avisou: “Está aberta a era Romário no Carioca, e aproveito a oportunidade para mandar um recado para o Túlio, o Valdir, os vice-artilheiros. Tem uma música que a torcida do Flamengo canta que é assim: 'ô lê lê, ô lá lá, Romário vem aí e o bicho vai pegar'''. Romário acabou como vice-artilheiro, atrás de Túlio. O campeão carioca e “Rei do Rio'' foi o Renato Gaúcho.

 

6. Água no chope

Paulo Fernandes/Vasco

Antes da decisão do Carioca de 2004 contra o Flamengo, o presidente vascaíno Eurico Miranda falou: “Já comprei o chope. E paguei. Tenho certeza de que vamos ser campeões porque nosso time é muito melhor do que o Flamengo. Raramente eu erro. Mas, se errar, as consequências virão para mim''. O Vasco perdeu por 3 a 1. E Eurico sofreu as consequências. Foi condenado por agredir um repórter que perguntou o que ele faria com o chope. E a torcida do Flamengo comemorou cantando: “Arerê, o chope do Eurico eu vou beber''.

 

7. Bandeira da discórdia

Edmar Barros/AE

Na semifinal do Carioca de 2016 contra o Vasco, o zagueiro Wallace puxou a fila de jogadores do Flamengo na entrada em campo e fincou uma bandeira do time no centro do gramado, para “marcar território'' na Arena da Amazônia, em Manaus. Os mascotes flamenguistas que esperavam para entrar em campo com os atletas ficaram a ver navios. Com a bola rolando, Wallace falhou duas vezes e o Flamengo perdeu por 2 a 0.

 

BÔNUS PAULISTÃO

Vida Cavalcanti/AE

A lista é sobre o Campeonato Carioca, mas é impossível falar de provocações antecipadas sem lembrar de Viola imitando um porco na vitória do Corinthians sobre o Palmeiras no primeiro jogo da final do Paulistão de 1993. Na volta, o Palmeiras fez 4 a 0 e ficou com o título…

 

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