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Vendedor de macacões sobrevive após era Senna e não consegue largar emprego
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Maurício Dehò
Do UOL, em São Paulo

Em 2014, completa-se 20 anos da morte de Ayrton Senna. A memória está viva na mente de boa parte dos brasileiros, e um paulista em especial fará um outro “aniversário” perto desta data. Ele é Victor Junior, um veterano vendedor que é figurinha carimbada nas ruas de São Paulo. Quem passa aos fins de semana pela Avenida Rebouças, uma das mais movimentadas vias da cidade, já viu seu Fiat Uno estacionado e seus produtos: macacões infantis inspirados na Ferrari. Aos 68 anos, ele admite que gostaria de se aposentar, mas os pedidos dos compradores o mantém na ativa

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A carreira de vendedor das “fantasias”, como ele chama seus macacões, começou com Senna. Mas hoje tudo é vermelho, inclusive seu carro, comprado especificamente desta cor para ajudar nos negócios.

“A criançada adora a Ferrari, é a equipe que a molecada mais gosta. Mas eles estão dando mancada faz tempo. Depois da parafusada, o (Felipe) Massa não correu mais”, corneta ele. Apesar da crítica, ele admite que seus negócios pouco são influenciados pelos resultados. Mesmo que Massa não fosse para a Williams e o Brasil ficasse sem pilotos na Fórmula 1, ele previa continuar vendendo seus produtos.

Victor Junior é mais vendedor do que entusiasta do automobilismo. Ele sempre comercializou produtos na rua: de cata-ventos (ele diz que foi precursor do brinquedo em São Paulo) a fantasias dos Bananas de Pijama, mas ele se encontrou mesmo com a venda dos macacões.

“Comecei pelo incentivo do Senna. O mundo inteiro era fã do Senna, um maluco que corria daquele jeito na chuva. Ele virou uma epidemia e quando ele morreu, mais ainda. Todo mundo queria um souvenir. E eu tinha que trazer um pouco deste sonho para as crianças”, conta ele, num domingo ensolarado em São Paulo.

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  • http://esporte.uol.com.br/enquetes/2013/11/11/massa-fez-a-escolha-certa-ao-acertar-com-a-williams.js

“Quando ele estava naquele sucesso todo, comecei a vender as fantasias. Quando ele morreu, disparou a vender. É como cantor, que não vende disco, mas quando morre acaba o estoque”, compara ele.

Hoje, os macacões infantis são vendidos em dois tamanhos e custam R$ 200 ou R$ 250. Há procura até de turistas brasileiros e estrangeiros. Mas os negócios são irregulares. Há meses em que ele fica três fins de semana sem vender. “Você veio aqui e me pegou com sorte. Este fim de semana já vendi quatro. Estava até pensando em parar, minha esposa até comemorou”, diz o vendedor. “Aqui é tudo para a sobrevivência. Se eu tivesse rico, não estaria de Fiat Uno”

O veterano conta que muitas vezes vê jovens de 20 e poucos anos pararem seus carros, descerem e começarem a contar histórias dos macacões que lhes foram dados há muito tempo pelos seus pais. Mas ele não se apega tanto a isso.

PATROCINADORA DA FERRARI APROVA

  • Victor Junior deixa transparecer que o fato de fazer macacões muito semelhantes aos usados na Fórmula 1 preocupa por conta dos direitos das marcas. Mas, por outro lado, ele ganhou apoio de uma das patrocinadoras da Ferrari.O vendedor tem como seu ponto de vendas a frente de uma agência do Banco Santander, que estampa sua marca nos carros da escuderia italiana. E a direção da unidade vê com bons olhos ele fazer seus negócios por lá. “Queria ou não, sou propagandista deles. O pessoal me encorajou a ficar vendendo aqui”, explica ele, que não troca de local nem na época do GP do Brasil, para não ter de ligar com fiscais e outros vendedores.


Victor Junior deixa transparecer que o fato de fazer macacões muito semelhantes aos usados na Fórmula 1 preocupa por conta dos direitos das marcas. Mas, por outro lado, ele ganhou apoio de uma das patrocinadoras da Ferrari.

O vendedor tem como seu ponto de vendas a frente de uma agência do Banco Santander, que estampa sua marca nos carros da escuderia italiana. E a direção da unidade vê com bons olhos ele fazer seus negócios por lá. “Queria ou não, sou propagandista deles. O pessoal me encorajou a ficar vendendo aqui”, explica ele, que não troca de local nem na época do GP do Brasil, para não ter de lidar com fiscais e outros vendedores.

“Eu sempre fui vendedor de rua. Se vender banana fosse melhor que macacão, venderia banana. Ganho minha vida deste jeito, sou humilde mas não sou burro”, afirma Victor. “Eu já me senti mal de trabalhar nas esquinas em vez de ser um engravatado. Uma vez tentei, mas deu uma semana e desisti, não era pra mim. Voltei para a rua.”

Para seus fins de semana de “escritório”, Victor põe seus óculos escuros, acha uma sombra para se sentar – os 68 anos pesam para que ele fique em pé tentando “catar” clientes – e só aguarda. Ele admite que gostaria de parar.

“Mas não dá… O pessoal me pede, ainda tem muita gente que quer comprar as fantasias. Então eu continuo.”

Macacão da Red Bull fracassou

Com seu faro de vendedor, Victor Junior é claro que tentou surfar na onda do jovem Sebastian Vettel, mais jovem tetracampeão da história da Fórmula 1. Ele chegou a ter à disposição para vendas os macacões azuis da Red Bull. Mas rapidamente viu que a iniciativa não tinha futuro.

“Eu tentei. Os macacões eram azuis, bonitos. Mas os pais começaram a chegar aqui, olhar e me disseram que não podiam levar para as crianças. Tudo porque o Red Bull é aquela bebida energética”, admitiu ele.


Bêbado, atacante ucraniano destrói Ferrari em acidente
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Artem Milesvskiy, atacante ucraniano que participou da copa do Mundo de 2006, destruiu sua Ferrari nas ruas de Gaziantep, na Turquia, onde atua pelo Gaziantepspor, na manhã desta quinta-feira.

ferrari

Crédito: Reprodução

Alcoolizado, Milevskiy perdeu o controle do carro e bateu em barreiras de proteção na estrada pela qual andava. Sua Ferrari teve a frente completamente destruída.

O jogador admitiu ser culpado pelo acidente, mas chegou a provocar quem o criticou citando que jogadores como Rooney e Cristiano Ronaldo também já bateram dirigindo uma Ferrari.

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Alonso chega a evento com Ferrari conversível e tira onda
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Reprodução/Twitter

O piloto Fernando Alonso chegou a um evento em Tóquio com uma Ferrari preta conversível. O espanhol aproveitou o momento para registrar a imagem no Twitter. Alonso tirou onda, dizendo ironicamente que chegou ao local “sem chamar a atenção”.

“Chegando a um evento em Tóquio…’despercebido’”, postou.

Alonso está no Japão para a disputa do GP no país. Segundo na classificação geral, com 195 pontos, o espanhol pode ver seu rival Sebastian Vettel ser campeão já na etapa em Suzuka. O piloto da Red Bull tem 272 pontos.

Ciente de que Vettel está muito próximo do tetracampeonato, Alonso trata como milagre uma possível reviravolta na classificação.

“Se alguém chegar hoje para a Fórmula 1 e dizer que o carro vermelho com capacete azul está lutando pelo título e está em segundo diria que não é verdade, mas sim um milagre”, ironizou Alonso.


Apesar de revés no UFC, Pezão exibe sua nova Ferrari em rede social
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Antonio Pezão pode não estar em sua melhor fase dentro do octógono, mas a vida não parece estar nada mal fora dele. O lutador não quis esconder a felicidade com a nova Ferrari e postou uma foto posando ao lado de seu novo “brinquedo”. “Obrigado por fazer meu sonho se tornar realidade. Amei meu novo brinquedo. Estou muito feliz”, escreveu na legenda de sua rede social.

O lutador Antonio Pezão exibe carrão em rede social        Reprodução/Facebook

Em maio, na disputa pelo cinturão dos pesados, Pezão perdeu a luta para Cain Velasquez em apenas 1min21 de combate.  Após a derrota, o Ultimate confirmou que o lutador na luta principal do UFC Night, no dia 7 de dezembro, contra Mark Junt, em Brisbane, na Austrália.

 

 


Torcedores cobrem Ferrari de Balotelli com papel higiênico
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Crédito da foto: Reprodução/La Repubblica

O atacante Mario Balotelli teve de arcar com as consequências por se recusar a dar uma autógrafo em Lugano, na Suíça. De acordo com o jornal italiano La Repubblica, citando o portal Liberatv, a Ferrari do atleta do Milan foi coberta por papel higiênico.

Segundo a publicação, os torcedores fizeram isso para se vingar de Balotelli que não quis dar autógrafo para eles ao estacionar o carro.

Apesar de cobrir o veículo do atleta com papel higiênico, os torcedores apenas brincaram com o atacante e não causaram nenhum dano.


Primeira vitória de Barrichello na F-1 completa 13 anos
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Crédito da imagem: AFP PHOTO/PATRICK HERTZOG

Há exatamente 13 anos, a pista de Hockenheim foi palco de um momento importante para a história do automobilismo brasileiro. No dia 30 de julho de 2000, Rubens Barrichello venceu pela primeira vez uma corrida na Fórmula 1.

Considerado “azarado”, Rubinho estava em seu primeiro ano como piloto da Ferrari e perecia carta fora do baralho desde os treinos de classificação para o GP da Alemanha, décima primeira etapa do mundial da categoria. Sem um bom desempenho, o brasileiro conseguiu apenas a 18ª colocação no grid.

No entanto, o que tinha quase todos os elementos para ser um fim de semana desastroso para o piloto, se tornou em uma das maiores vitórias de um representante do país na F-1. Desde a largada, Barrichello contou com uma série de fatores que o levaram a encostar no pelotão da frente.

Um dos momentos mais emblemáticos foi quando um francês invadiu a pista para protestar contra sua demissão da Mercedes. A situação inusitada fez com que o safety car tivesse que entrar na pista. Assim, o brasileiro diminuiu a diferença para os líderes e entrou de vez na briga pela liderança.

Pouco tempo depois, começou a chover e parte da pista ficou molhada. Diversos carros optaram por uma parada nos boxes para a troca de pneus, mas Barrichello decidiu permanecer com os compostos para pista seca e a aposta funcionou. Pilotando com maestria, o ferrarista assumiu a ponta de forma emocionante e suportou as dificuldades com a chuva para conquistar a primeira vitória na F-1.

Assim que cruzou a linha de chegada em primeiro lugar, a emoção tomou conta do brasileiro, que tirou o cinto de segurança e ficou com parte do corpo para fora. Uma cena marcante foi a cerimônia de premiação. Barrichello não segurou as lágrimas e caiu no choro quando ouviu o hino do Brasil ser executado. Além disso, o piloto da Ferrari ainda foi carregado nos ombros por Mika Hakkinen e David Coulthard, ambos da McLaren e que terminaram na segunda e terceira colocação, respectivamente.

Vale destacar que a vitória de Rubens Barrichello na Alemanha colocou fim a um jejum de sete anos sem vitória de um brasileiro na categoria. A última vez foi quando Ayrton Senna venceu o GP da Austrália de 1993.

Crédito da imagem: AFP PHOTO/PATRICK HERTZOG


Ring girl do UFC dirige Ferrari de R$ 1,6 milhão
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Crédito da foto: Reprodução/Twitter

Uma das ring girls mais famosas do UFC, Brittney Palmer resolveu dar uma volta em uma Ferrari neste sábado. Em seu perfil no Twitter, ela postou uma imagem em que aparece dirigindo a máquina.

“Eu vou dirigir o foguete vermelho hoje! Woohoo!”, escreveu a ring girl, sem falar se o veículo era dela.

O carro dirigido por Brittney é considerado um dos mais caros do mundo e está avaliado em US$ 670 mil (R$ 1,5 milhão). A máquina chega a atingir 315 km/h.