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Categoria : Foto histórica

Foto Histórica: Belletti relembra lance em que deu o título da Europa ao Barcelona
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Crédito: Reprodução/Instagram

Há exatamente sete anos, um lateral brasileiro fazia história e alcançava o que seria o momento mais importante de sua carreira, segundo palavras do próprio – mesmo sendo um pentacampeão do mundo.

O Barcelona empatava contra o Arsenal em 1 a 1, mesmo com um jogador a mais em campo desde o 1° tempo, e a final da Liga dos Campeões da Europa iria para a prorrogação.

Foi quando o contestado Belletti, que havia entrado há 10 minutos, fez história: aos 36 min. do 2° tempo, ele entrou na área, recebeu passe por trás da zaga de Larsson e acertou um chute entre as pernas do goleiro Almunia.

Crédito: EFE/Oliver Weiken

A vitória por 2 a 1 garantiu o título ao Barcelona, o segundo da história do clube e o primeiro em 14 anos.

Belletti se emocionou e, sob a chuva que caía no Stade de France, em Saint Denis, ficou escondido no gramado após seus companheiros pularem em suas costas para comemorar o gol histórico.

O ex-lateral, hoje comentarista esportivo no SporTV, fez questão de lembrar do lance nesta manhã de sexta-feira, via Instagram: “Sete anos do maior momento de minha carreira. Visca el Barça!”

No mesmo ano, o Barcelona perderia a decisão do Mundial de Clubes para o Internacional, por 1 a 0, com gol do criticado Adriano Gabiru.

Belletti

Belletti

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Foto histórica: Há 25 anos, ator e sua “gangue maluca” venciam o Liverpool na Copa da Inglaterra
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Crédito da imagem: David Cannon/Getty Images

Nesta terça-feira, uma das mais lembradas vitórias da história do futebol inglês completa 25 anos. No dia 14 de maio de 1988, o pequeno Wimbledon venceu o poderoso Liverpool, então campeão nacional, por 1 a 0, e conquistou a Copa da Inglaterra. O jogo, porém, ganhou ares de lendário devido ao elenco nada ortodoxo dos campeões.

O destaque do time era o volante Vinnie Jones, até hoje considerado um dos jogadores mais violentos da história do futebol na Grã-Bretanha – em 1992, por exemplo, o então jogador do Chelsea foi expulso após apenas três segundos durante um jogo contra o Sheffield United, pela Premier League. Na foto histórica acima, ele comemora a vitória sobre o Liverpool no estádio de Wembley.

 

Se você não está ligando o nome à pessoa, porém, esclarecemos: Vinnie deixaria sua carreira como jogador 10 anos depois para virar ator de filmes de ação. Com seu jeito durão e cara de malvado, ele fez sucesso tanto em filmes ingleses, como Jogos, trapaças e dois canos fumegantes e Snatch, de Guy Ritchie, como em películas de Holywood: X-Men 3 – O confronto final e EuroTrip – Passaporte para a confusão, para citar alguns. Recentemente, fez até dublagem em Madagascar 3.

Vinnie Jones marca Thomas, do Liverpool, durante a final da Copa da Inglaterra de 1988 (Foto: Ian Hodgson/REUTERS)

O restante do time era tão lunático quanto Vinnie Jones. Tanto que o elenco do Wimbledon na ocasião era conhecido como “a gangue maluca”, devido ao alto número de bad boys no time azul. O gol da vitória sobre o Liverpool foi marcado por Sanchez, ainda no primeiro tempo do jogo.

Naquele dia, o Wimbledon jogou com Beasant; Goodyear, Young, Thorn e Phelan; Cork (Cunningham), Vinnie Jones, Sanchez e Wise; Fashanu e Gibson (Scales). O treinador era Bobby Gould.

Já o Liverpool, comandado pelo lendário “King” Kenny Dalglish atuou com Grobbelaar; Nicol, Gillespie, Hansen e Ablett; Houghton, Spackman (Molby), McMahon e Barnes; Beardsley e Aldridge (Johnston).

O duelo ainda teve curiosidade: no segundo tempo, o goleiro Beasant, do Liverpool, defendeu um pênalti cobrado por Aldridge, e se tornou, desta forma, o primeiro arqueiro a pegar uma penalidade em uma final da Copa da Inglaterra.

Crédito da imagem: Pascal Rondeau/Getty Images


Foto Histórica: Há 8 anos, Messi marcava seu 1º gol oficial
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Crédito da imagem: Luis Bagu/Getty Images

Há oito anos, no dia 1º de maio de 2005, o mundo começava a conhecer um garoto que, tempos depois, viraria um mito. No Dia do Trabalho, o argentino Lionel Messi fez seu primeiro gol como jogador profissional pelo Barcelona.

Na Foto Histórica acima, o gênio, então com 17 anos, é abraçado por seus companheiros de time após aproveitar passe genial de Ronaldinho Gaúcho e tocar por cobertura, estreando de cara com um golaço.

O lance saiu em vitória por 2 a 0 sobre o Albacete, pelo Campeonato Espanhol 2004/05 – o camaronês Eto’o havia aberto o placar no duelo. O clube azul-grená terminaria o ano como campeão, quatro pontos a frente do rival real Madrid.

Ao marcar este tento, inclusive, Messi bateu recorde e tornou-se automaticamente o atleta mais jovem a anotar um gol para o Barça na história de La Liga.

Confira o lance:

 

Lionel Messi

Lionel Messi

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Foto histórica: Há 15 anos, Brasil atropelava Chile de Salas e Zamorano na Copa da França
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Crédito da imagem: Juca Varella/Folhapress

Nesta quarta-feira, Brasil e Chile voltam a se enfrentar quase três anos após o último encontro entre as seleções, nas oitavas de final da Copa do Mundo da África do Sul. Um dos jogos mais emblemáticos entre os rivais sul-americanos, no entanto, aconteceu há 15 anos, em 27 de junho de 1998, em Paris, pelo Mundial da França.

Na ocasião, os chilenos tinham uma equipe forte, cujos principais destaques eram a dupla de ataque formada pelos lendários Salas (então jogador do River Plate-ARG) e Zamorano (da Inter de Milão-ITA), além do meia Sierra, que havia fracassado no São Paulo, mas estava jogando o fino da bola no Colo-Colo, de seu país.

Após avançar em primeiro lugar no grupo com Noruega, Escócia e Marrocos, a seleção brasileira cruzou com o Chile nas oitavas de final, após La Roja passar em segundo na chave de Itália, Áustria e Camarões. Marcelo Salas era um dos artilheiros da competição naquele momento, com três gols marcados.

Na Foto Histórica acima, Dunga, capitão do Brasil, marca o atacante Zamorano, que passou em branco no confronto. A equipe verde e amarela atropelou o adversário e venceu por 4 a 1, com atuações destacadas de César Sampaio, autor de dois gols, e do atacante Ronaldo, que fez outros dois, além de ter feito talvez sua melhor partida na Copa (confira todos os gols no fim do post).

(Crédito da foto: Clive Brunskill/Getty Images)

Naquele dia, no estádio Parque dos Príncipes (do Paris Saint-Germain), a seleção brasileira de Zagallo jogou com Taffarel; Cafu, Aldair (Gonçalves), Júnior Baiano e Roberto Carlos; Dunga, César Sampaio, Leonardo e Rivaldo; Bebeto (Denílson) e Ronaldo.

Já os chilenos, que se despediram da Copa sem nenhuma vitória (haviam empatado os três jogos da primeira fase), mandaram a campo Tapia; Reyes, Fuentes e Margas; Cornejo, Acuña (Musrri), Ramírez (Vega), Sierra (Estay) e Aros; Salas e Zamorano. O técnico era Nelson Acosta.

Depois dessa partida, o Brasil ainda eliminaria Dinamarca, com uma vitória por 3 a 2, e a Holanda, com um 4 a 2 nos pênaltis, após 1 a 1 no tempo normal, até chegar à fatídica final contra a França. Frente aos donos da casa, a equipe canarinho sucumbiu às cabeçadas de Zinedine Zidane e foi derrotada por 3 a 0, ficando com o vice.

A freguesia contra o Chile, porém, vem sido mantida desde então. Para se ter uma ideia do domínio sobre os rivais, a seleção brasileira não perde para La Roja há dez jogos, com nove vitórias e um empate. O último revés foi em 15 de agosto de 2000, quando os chilenos venceram por 2 a 0, pelas eliminatórias da Copa de 2002.

No total, Brasil e Chile já se enfrentaram 65 vezes até a partida desta quarta-feira, no Mineirão, em Belo Horizonte. Foram 46 vitórias verde-e-amarelas, 12 empates e somente sete triunfos chilenos. E hoje, quem vencerá?

Veja os gols do 4 a 1 pela Copa do Mundo de 1998:

 


Foto Histórica: Há 16 anos, Barça de Ronaldo vencia PSG de Raí em final europeia
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Crédito da imagem: Ruediger Fessel/Bongarts/Getty Images

Nesta terça-feira, Barcelona, da Espanha, e Paris Saint-Germain, da França, definem quem irá às semifinais da Liga dos Campeões. As duas equipes se enfrentaram apenas quatro vezes em jogos oficiais na história, mas, curiosamente, já decidiram até título de torneio europeu, há 16 anos.

Na ocasião, as equipes se encontraram na Copa dos Campeões de Copas, competição de nome esquisito e já extinta pela Uefa. O torneio reunia times que haviam vencidos suas copas nacionais, e Barça e PSG chegavam como detentores dos títulos da Copa do Rei e da Copa da França.

(Crédito da imagem: Stu Forster/Getty Images)

No caminho até a decisão, eles eliminaram adversários poderosos, como o Liverpool de Fowler e a Fiorentina de Batistuta. No finalíssima, porém, o Barcelona levou a melhor por 1 a 0, com gol de pênalti do brasileiro Ronaldinho, então conhecido como Ronaldinho. O tento pode ser visto no fim do post.

A partida foi no estádio do Feyernoord, da Holanda, em 14 de maio de 1997. O duelo ainda teve outros três brasileiros: Giovanni, ex-Santos, pelo Barça, e Raí e Leonardo (ambos ex-São Paulo), pelo PSG.

Na Foto Histórica acima, Ronaldo é marcado por Raí, grande ídolo do PSG, durante a partida. Ídolo do time francês, o meio-campista era o dono da camisa 10, enquanto o “Fenômeno” vivia grande fase e havia ganhado o prêmio de melhor do mundo da Fifa.

O Barcelona jogou com Vítor Baía; Ferrer, Abelardo, Fernando Couto e Sergi; Guardiola, Popescu (Amor), de la Peña (Stoichkov) e Figo; Luis Enrique (Pizzi) e Ronaldo. O técnico era o inglês Bobby Robson, ex-seleção inglesa e Porto, de Portugal.

Já o PSG mandou a campo Lama; Fournier (Algerino), N’Gotty, Le Guen e Domi; Leroy, Guérin (Dely Valdés), Cauet e Raí; Leonardo e Loko (Pouget). O treinador era o brasileiro Ricardo Gomes, que recentemente comandou São Paulo e Vasco.

Este foi o último dos três títulos conquistados por Ronaldo no Barcelona – além da Copa dos Campeões, ele levou uma Copa do Rei e uma Supercopa da Espanha.

Alguns meses depois, o “Fenômeno” trocaria o Barça pela Inter de Milão, da Itália, clube pelo qual também viveu grande fase, apesar da grave lesão no joelho que o tirou dos gramados por muito tempo e por pouco não abreviou sua carreira.

 


Foto Histórica: Há 13 anos, Galatasaray surpreendia Real Madrid com Taffarel e Jardel
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Crédito: Jamie McDonald/ALLSPORT/Getty Images

Real Madrid e Galatasaray iniciam, nesta quarta-feira, confronto pelas quartas de final da Liga dos Campeões. Muitos dão como “barbada” a classificação dos espanhóis, donos de elenco estrelado e que contam com Cristiano Ronaldo, o segundo melhor jogador de futebol do mundo. Mas os turcos se apegam a um jogo histórico para mostrar que a história pode ser diferente.

No dia 25 de agosto de 2000, Galatasaray e Real Madrid entraram em campo no estádio Louis II, em Mônaco, pela decisão da Supercopa da Uefa, duelo entre os campeões da Liga dos Campeões – Real Madrid 3 x 0 Valencia – e da Copa da Uefa (atual Liga Europa) – Galatasaray 0(4) x (1)0 Arsenal – da temporada anterior.

O elenco do Real Madrid iniciava a fase “galáticos” e já contava com Roberto Carlos (na foto, crédito: Jamie McDonald/ALLSPORT/Getty Images), Figo, Casillas e Raul, por exemplo. Porém, do lado turco, uma dupla de brasileiros foi decisiva.

Enquanto o tetracampeão mundial Taffarel fechava o gol, no ataque quem decidia era um atacante amado pela torcida do Grêmio: Jardel. O centroavante especialista em gols de cabeça decidiu a finalíssima, marcando os dois gols do triunfo de 2 a 1 dos turcos, sendo o segundo na prorrogação.

Outro brasileiro fazia parte daquele time: Capone, zagueiro. Além deles, outros nomes famosos ajudaram o Galatasaray a conquistar a taça – Hagi, melhor jogador romeno da história, e Hasan Sas, que marcou o gol da Turquia contra o Brasil na abertura da Copa do Mundo de 2002.

Outros nomes daquele Galatasaray fariam parte daquela seleção turca que acabaria em 3° no Mundial: Emre Belozoglu, Umit Davala, Okan Buruk, Hakan Unsal, Bulent Korkmaz e Fatih Akyel.

Na Foto Histórica que ilustra o post, a equipe turca comemora o título com a taça da Supercopa. Jardel e Taffarel aparecem ladeando o troféu.

Agora, resta saber se o Galatasaray atual, que conta com o artilheiro da Liga dos Campeões Burak Yilmaz (8 gols, ao lado de Cristiano Ronal e Messi), além de Felipe Melo, será capaz de bater um Real Madrid ainda mais galático e repetir aquele que, talvez, seja o maior momento da história do clube.


Foto Histórica: Há 18 anos, PSG eliminava Barcelona na Champions com gol de Raí
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Crédito da imagem: AFP PHOTO/JEAN-LOUP GAUTREAU

Nesta terça, Paris Saint-Germain, da França, e Barcelona, da Espanha, começam a definir uma vaga nas semifinais da Liga dos Campeões da Europa. As duas equipes se enfrentaram apenas três vezes em jogos oficiais na história, mas, curiosamente, já duelaram também pelas quartas de final do torneio europeu, há 18 anos.

Foi na Champions League de 1994/95. Na ocasião, o PSG foi o primeiro colocado do grupo B (com Bayern de Munique, Spartak Moscou e Dynamo de Kiev), enquanto o Barça se classificou como segundo da chave A (que ainda tinha o surpreendente líder IFK Gotemburg, além de Manchester United e Galatasaray).

(Crédito da imagem: Shaun Botterill/Getty Images)

No jogo de ida, empate por 1 a 1 no Camp Nou, com gols de Korneev para os catalães e empate do liberiano Weah para os franceses. Neste mesmo ano, o atacante (na foto à esq, brigando com Sergi) seria eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa.

Já no duelo de volta, o brasileiro Raí, outra grande estrela daquele time do PSG, comandou a virada da equipe da casa no Parque dos Príncipes, em Paris, no dia 15 de março de 1995. Bakero abriu o placar para os espanhóis, mas o ex-são-paulino e Guérin, no segundo tempo, marcaram os gols da vitória da equipe da França.

Na Foto Histórica acima, Raí comemora após empatar o duelo, cabeceando um escanteio aos 27 minutos do segundo tempo, para festa de boa parte dos 45.574 presentes no estádio. O gol do meia pode ser visto no fim deste mesmo post.

Naquele dia, o Paris Saint-Germain do técnico Luis Fernandez jogou com Lama; Cobos, Colleter, Kombouaré e Le Guen; Bravo, Guérin e Raí; Valdo, Ginola e Weah. A camisa 10 era do brasileiro Valdo, ex-Grêmio, Cruzeiro, Santos, Atlético-MG e Botafogo, enquanto Raí usava o número 5 às costas.

Já o Barça foi a campo com Carlos Busquets; Ferrer, Sergi, Koeman e Nadal; Corteguera, Bakero e Hagi (Abelardo); Stoichkov, Eusebio e Beguiristáin (Lafuente). O treinador era Johan Cruyff, que deixou no banco de reservas seu filho, Jordi Cruyff.

Após eliminar o Barcelona e avançar às semifinais da Liga dos Campeões, o PSG acabaria caindo na fase seguinte, após perder dois jogos para o Milan (0 a 1 em casa e 2 a 1 em Milão). O time italiano seria vice da Champions, sendo derrotado pelo Ajax, da Holanda, na final. Esse mesmo Ajax ainda seria campeão do Mundial de clubes contra o Grêmio de Luiz Felipe Scolari no fim do ano.

Raí jogou pelo PSG entre 1993 e 1998, vencendo uma Recopa Europeia, um Campeonato Francês, duas Copas da França e uma Copa da Liga Francesa.

 


Foto Histórica: Há quatro anos, Neymar marcava pela primeira vez como profissional
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Crédito da imagem: Moacyr Lopes Junior/Folhapress

Nesta quinta-feira, Santos e Mogi Mirim se enfrentam pela 15ª rodada do Campeonato Paulista. O adversário é especial para o atacante Neymar, já que, há quase exatos quatro anos, o craque anotou seu primeiro gol como jogador profissional justamente contra o “Sapão” do interior paulista, no estádio do Pacaembu.

Na Foto Histórica acima, o atacante, então com 17 anos, é abraçado por Molina (esq), Germano (dir) e pelo amigo Paulo Henrique Ganso após anotar o terceiro tento da vitória por 3 a 0 sobre os alvirrubros, no dia 15 de março de 2009, pelo Estadual.

O Santos jogou com Fábio Costa; Luizinho, Fabão, Fabiano Eller e Triguinho; Pará, Germano, Lúcio Flávio e Paulo Henrique Ganso (Molina); Roni (André) e Neymar (Bolaños). O técnico era Vagner Mancini.

Já o Mogi atuou com Marcelo Cruz; Anderson, Neguette, Thiago Couto (William) e Júlio César; Luís Henrique, Luciano Sorriso, Joelson (Rick) e Giovanni; Marcelo Régis (André Luís) e João Sales. O treinador era Paulo Campos.

No Paulistão 2009, Neymar ainda faria mais dois gols, contra Santo André e Palmeiras – este último, pelas semifinais do torneio, quando o time alvinegro avançou eliminando o rival alviverde.

(Crédito da imagem: Reprodução/TV)

O Santos terminaria o torneio como vice-campeão, sendo derrotado pelo Corinthians na final. Na Vila Belmiro, deu Timão por 3 a 1, com gol de placa de Ronaldo “Fenômeno”. Já no Pacaembu, um empate por 1 a 1 garantiu o título corintiano.

A história de Neymar com o Mogi Mirim, no entanto, não acabaria por aí. Em 2012, as equipes se enfrentaram pelas quartas de final do Campeonato Paulista, em um jogo cercado de muita polêmica e “amor”.

Durante a partida, o camisa 11 reclamou muito da violência e das provocações dos atletas do clube interiorano, mas respondeu com gol. Ele fez o segundo da vitória por 2 a 0, naquele que foi seu tento 99 como jogador profissional.

Na comemoração, mandou polêmicos “beijinhos” para os rivais (foto à esquerda). O Santos terminaria o Paulistão com a taça, batendo o Guarani na final.


Foto Histórica: Há 15 anos, Brasil goleava Rússia com apagão e Luxa no comando
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Crédito da imagem: Fabiano Accorsi/Folhapress

Nesta segunda-feira, as seleções de Brasil e Rússia se enfrentam em mais um amistoso. Será o quinto encontro desde o fim da União Soviética, em 1991.

(Fabiano Accorsi/Folhapress)

O retrospecto é amplamente favorável aos brasileiros, com três vitórias (incluindo uma na Copa do Mundo de 1994) e um empate.

O maior triunfo verde e amarelo aconteceu em 1998, quando a seleção iniciava sua reformulação após o vice na Copa de 1998. O técnico Vanderlei Luxemburgo (na foto à esquerda) fazia seu terceiro jogo pela equipe e encarou a Rússia, no Castelão, em Fortaleza.

Antes da partida, um apagão nos refletores atrasou o início do duelo em cerca de 20 minutos. Na Foto Histórica acima, o goleiro Rogério Ceni, do São Paulo, e o zagueiro César (4), da Portuguesa, batem bola enquanto esperam a energia voltar na calorosa capital cearense.

Quando fez-se a luz, o Brasil entrou iluminado em campo e arrasou os rivais por 5 a 1, no dia 18 de novembro de 1998. Élber, Amoroso (2), Rivaldo e Marcos Assunção (na foto abaixo, comemorando gol com Flávio Conceição [5] e Amoroso) anotaram para a seleção, enquanto Kournokov descontou para os europeus.

(Fabiano Accorsi/Folhapress)

O Brasil de Luxa jogou com Rogério Ceni (Émerson); Cafu (Marcos Assunção), Antônio Carlos, César e Serginho; Vampeta (Narciso), Flávio Conceição, Rivaldo e Denílson (Jackson); Amoroso e Élber (Christian).

Já os russos foram a campo com Novossadov (Tchitchkin); Mamedov, Igonin, Varlamov e Solomatin (Kournokov); Igonin, Smertin (Kondrashov), Semak e Filippenkov (Coulatov); Kormiltsev (Bakharev) e Yessipov (Panov). O técnico era Anatoly Byshovets.

Com esse triunfo, Luxemburgo conquistou sua segunda vitória à frente da seleção, já que havia goleado o Equador também por 5 a 1 quatro dias antes, nos Estados Unidos. Em 1999, ele seria campeão da Copa América.

Luxa ficou até 2000 na seleção, saindo após perder nas quartas de final dos Jogos Olímpicos para Camarões, em uma partida que até hoje os brasileiros não conseguiram esquecer.

 


Foto histórica: Há 16 anos, Brasil e Itália jogaram amistoso inesquecível e cheio de craques
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Crédito da imagem: Ben Radford/Getty Images

Nesta quinta-feira, o mundo todo vai parar para acompanhar o amistoso entre Brasil e Itália, uma das maiores rivalidades do planeta bola – jogo que já decidiu, inclusive, duas Copas do Mundo: 1970 e 1994, ambas com vitórias canarinho.

(Shaun Botterill/Getty Images)

Ao todo, foram 15 encontros entre as seleções durante a história, com oito vitórias brasileiras e cinco italianas, além de dois empates.

Uma dessas igualdades aconteceu há 16 anos, em amistoso válido pelo Torneio da França, uma competição preparatória para a Copa de 1998 e que ainda teve as seleções de França e Inglaterra.

Foi um verdadeiro jogão, com vários craques para os dois lados. No fim das contas, 3 a 3, com reação brasileira após os europeus abrirem 3 a 1 (confira os gols da partida no fim do post).

Na Foto Histórica acima, o atacante Ronaldo (à época Ronaldinho), então grande esperança verde e amarela para buscar o penta no ano seguinte, disputa bola com Albertini, da Itália. A partida foi em 8 de junho de 1997.

O Brasil jogou com Taffarel; Cafu, Aldair, Célio Silva Silva e Roberto Carlos; Mauro Silva (Flávio Conceição), Dunga, Leonardo e Denílson; Ronaldo e Romário. O técnico era o “Velho Lobo” Zagallo.

Já a Itália mandou a campo Pagliuca; Panucci, Cannavaro, Costacurta e Maldini (Di Livio); Dino Baggio (Fuser), Di Matteo, Albertini e Lombardo; Del Piero e Vieri (Inzaghi). O comandante era Cesare Maldini.

(Ben Radford/Getty Images)

Os gols da partida foram marcados por Del Piero (2) e Albertini, para a Itália, e Lombardo (contra, desviando chute de Roberto Carlos), Ronaldo e Romário para o Brasil – no ano seguinte, porém, o “Baixinho” acabaria cortado da Copa do Mundo.

O grande destaque do jogo, porém, foi o meia-atacante Denílson (na foto ao lado, então jogador do São Paulo), que fez chover no estádio Gerland, em Lyon, com seu conhecido arsenal de dribles. No ano seguinte, ele se transferiu para o Betis, da Espanha, naquela que foi durante muitos anos a transação mais cara da história do futebol brasileiro.

O empate contra a Itália foi a segunda partida brasileira no Torneio da França. A estreia havia sido um 1 a 1 com a seleção anfitriã, enquanto o último duelo foi uma vitória por 1 a 0 sobre a Inglaterra, com gol de Romário (na foto à esquerda).

Apesar de ter terminado a competição invicta, a equipe comandada por Zagallo acabou com o vice no torneio amistoso, já que a Inglaterra venceu dois jogos e terminou com seis pontos, contra cinco do Brasil.