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Categoria : Musas do Esporte

Cheerleader vira empresária da moda e faz negócios com a NBA
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Ela fez carreira como líder de torcida no futebol americano e na NBA, mas decidiu mudar de ares. A norte-americana Tiffany Pearl virou empresária do ramo da moda e fechou negócio com a maior liga de basquete do mundo para lançar uma linha de produtos exclusivos para mulheres.

Tiffany, que foi capitã das líderes de torcida do Miami Dolphins (time de futebol americano) de 2005 a 2010 e dançou pelo Orlando Magic (equipe da NBA) em 2012 e 2013, agora decidiu ingressar nesta nova área com a empresa Miss Fanatic.

“Sempre fui uma amante da moda e, ao mesmo tempo, amante de esportes”, justificou a ex-cheerleader para o site ESPN.com. “Olhei em volta e vi que havia um vazio em moda, roupas bem ajustadas para as mulheres e eu vim com esse conceito”.

Tiffany Pearl explicou que a transição para o mundo da moda ocorreu de forma lenta e gradual, e foi iniciada quando ela ainda era chefe das cheerleaders do Dolphins.

“Quando eu estava trabalhando para o Dolphins, eu também cursava arte e design na Universidade Internacional de Miami. Eu comecei a fazer roupas para os amigos e desfiles de moda. As pessoas ficaram loucas. Então eu comecei a criar para o calendário do Dolphins. As pessoas quiseram comprar, e foi aí que começou”.

Tiffany revelou também ter algo em comum com o Brasil. A empresária disse adorar os biquínis utilizados pelas mulheres brasileiras, apesar de admitir que estes modelos possuem alguma rejeição entre as norte-americanas.

“Sendo de Miami, eu adoro o estilo do biquíni brasileiro, mas eu percebi que nem todas as mulheres querem apelar para este estilo. Nós não somos apenas garotas de Miami. Temos que vender para Iowa, Texas e Oregon”.


Sempre agarrada a Ronda, amiga segue passos da campeã com vitórias e chaves de braço
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Ronda Rousey balançou o mundo do MMA com as vitórias arrasadoras que a levaram rapidamente a ser a primeira lutadora do UFC e a primeira campeã do evento. E ela não está sozinha: uma “clone” da musa está para despontar. Ela é Marina Shafir, melhor amiga de Ronda – que tem o detalhe de competir com a companheira de treinos em outro quesito, a beleza.

A proximidade de Ronda e Marina é facilmente notada nas redes sociais: a quantidade de fotos de ambas abraçadas, trocando carinhos e simplesmente passeando juntas é enorme. A dupla divide lar e a rotina de treinos há anos, desde que competiam apenas no judô. Nascida na Moldova, a morena é considerada “protegida” da campeã do UFC, que a ajuda passo a passo a chegar ao topo do MMA.

Atualmente, ela está invicta como amadora, com um cartel que só compete com o de Ronda: são três vitórias, todas no primeiro round e todas com finalização por chave de braço. No total, cerca de quatro minutos apenas em ação para triunfar as três vezes. E a bela deve se profissionalizar em breve.

Marina Shafir tem 25 anos e começou sua carreira como lutadora no judô. Mas, diferentemente de Ronda Rousey, que foi bronze nas Olimpíadas de Pequim, ela não teve sucesso e preferiu mudar de ares, apostando no MMA. A morte de seu pai, que trabalhava com ela em seu condicionamento físico, ajudou na mudança, em busca de algo mais agressivo. “Perder o meu pai foi o gatilho que precisava para começar no MMA. Acho que sempre tive isso em mim”, disse ela, ao Yahoo.

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Ela se mudou para a California em 2012, a convite de Ronda, mas já conhecia a lutadora há anos. Uma das primeiras “conversas” entre elas foi estranha, em uma van que as levava para competir no judô. “Eu estava de fone de ouvido e ela me cutucou”, relembra Ronda. “Eu tirei e ela disse: ‘Isso é Rage Against the Machine, não é?’. Eu olhei e falei: ‘você me fez parar de ouvir Rage para dizer que estou escutando Rage?!’”. Safir então explicou que estava apenas puxando papo e acabou conquistando uma amiga inseparável.

“Eu vivo com Ronda e é uma grande experiência”, diz a lutadora de Moldova, ao BJPenn.com, sobre o aprendizado que tem com a musa. “Eu a vejo perder pequenas batalhas para poder ganhar a guerra lá na frente.”

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Ronda e Marina ajudam uma à outra: treinam juntas, fazem companhia em eventos, cuidam de um cachorro e, claro, na hora de festejar sempre estão grudadas.

Mas o rápido sucesso da jovem não atraiu só atenção, mas também algumas críticas. Para quem diz que ela está “surfando na onda” de Ronda Rousey, ela tem uma resposta pronta: “Sou eu quem entra na jaula. Ela não pode entrar por mim”, diz a lutadora.

Por sorte, a competição entre as duas fica apenas na beleza e nas pequenas desavenças do dia a dia de se morar em dupla. No MMA, elas esperam dominar categorias distintas: Ronda é campeã peso galo, e Marina luta no pena (categoria da brasileira Cris Cyborg). O UFC não tem esta categoria, mas isso não as desanima. “Vejo Marina sendo campeã do Invicta FC. Ela vai dominar esta organização”, promete Ronda.

Se depender de Marina, será a chance de calar a arquirrival de Ronda: “Eu me vejo lutando com Cris. E me vejo batendo nela. Não tenho medo algum”.


Repórter-musa fala “sexo” no ar por engano e acaba demitida da TV
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Crédito da imagem: Reprodução/Facebook

“Eles tiveram uma quantidade tremenda de sexo durante a temporada”. Essa foi a frase que se tornou um viral na internet e custou o emprego da repórter Susannah Collins na TV norte-americana. Na última semana, bela jornalista errou feio durante uma entrada ao vivo em rede nacional e acabou demitida do canal CSN Chicago.

Pouco antes da partida entre Chicago Blackhawks e Minnesota Wild, pelos playoffs da NHL (liga norte-americana de hóquei), a Susannah foi chamada ao vivo pelo narrador do jogo para falar sobre as expectativas do time local na reta final do torneio. Sem titubear e com grande desenvoltura, a repórter comentou a situação da equipe e soltou a palavra sexo.

Susannah notou a “escorregada”, se corrigiu imediatamente e explicou que a franquia teve “um tremendo sucesso ao longo da temporada regular”. No entanto, a correção nada adiantou e o vídeo virou um verdadeiro hit no YouTube, deixando a jovem em péssima situação com os chefes.

Na última quinta-feira, a CSN Chicago divulgou um comunicado anunciando que a jornalista havia sido desligada do canal.

“Gostaria de agradecer toda a contribuição de Susannah ao nosso canal ao longo do último ano e desejamos o melhor para ela nos projetos futuros”, dizia a nota assinada pelo presidente do veículo, Phil Bedella.

Contratada em setembro de 2012, a jovem ficou no canal menos de um ano. Fato curioso, é que ela sempre foi marcada pelo estilo mais “engraçadinha” e até então vista como uma das revelações no jornalismo de Illinois. Antes de entrar para a CSN, Susannah era apresentadora da série de internet Sports Nutz, que contava com situações engraçadas e bizarras do esporte. Ela também apresentou programas como Inside the NFL e Inside Nascar.

Formada na Universidade de Illinois, a jornalista passou cinco anos trabalhando e morando em Nova York. Fanática pelas equipes de Chicago, a repórter não pensou duas vezes antes de aceitar o convite de um amigo para retornar à cidade natal. Resta saber qual será o próximo canal a bancar Susannah após a gafe.

VEJA A “ESCORREGADA” DA REPÓRTER


Com Arianny Celeste e campeãs olímpicas, revista lista as 100 mais sexy do ano
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Dupla do UFC Brittney Palmer e Arianny Celeste entraram na lista da revista

Crédito: Divulgação/FHM 

A revista masculina britânica FHM listou as 100 mulheres mais sexy de 2013, com a presença de sete celebridades do esporte, entre elas as famosas ring girls Arianny Celeste e Brittney Palmer. Compõe o seleto grupo também três jornalistas esportivas e duas atletas.

As britânicas Jessica Ennis, campeã olímpica no heptatlo em Londres-2012, e a ciclista Laura Trott, que faturou duas medalhas de ouro também na última edição dos Jogos Olímpicos, compõem a ala esportista da lista.

O canal de Tv Sky Sports emplacou duas de suas apresentadoras no Top 100, as londrinas Olivia Godfrey e Millie Clode. A também jornalista esportiva Charlotte Webster foi outra que apareceu na lista, em 43º lugar.

Confira as beldades do esporte presentes na lista:


Sucessora de Sabatini preserva glamour mesmo grávida de meia argentino
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Depois de Gabriela Sabatini, ícone da beleza no esporte entre as décadas de 1980 e 1990, a Argentina nunca teve uma tenista tão glamorosa quanto Gisela Dulko. Aposentada no ano passado aos 27 anos, a loira passou a se dedicar somente à gravidez de seu filho com o jogador de futebol Fernando Gago, do Vélez Sarsfield.

Apesar de aposentada e grávida de sete meses, Dulko não deixou a vaidade de lado. A ex-tenista mostrou que sabe valorizar a beleza da mulher gestante nas fotos publicadas recentemente em seus perfis nas redes sociais.

Uma das imagens foi postada no começo do mês, em que Dulko posa de vestido segurando a barriga, orgulhosa: “Meu mini Gago”. Em janeiro, ainda aos quatro meses de gestação, ela divulgou uma foto sua usando o calção de jogo do marido e ganhou elogios de sua parceira inseparável nas quadras, a italiana Flavia Pennetta: “Minha gordinha lindíssima”.

Ao lado de Pennetta, Dulko chegou ao título do Aberto da Austrália e se tornou número 1 do mundo da WTA nas duplas. Sua carreira em simples foi bem menos vitoriosa que a da antecessora Sabatini, e o seu auge foi quando ocupou a 26ª posição do ranking em 2005.

Em novembro de 2012, pouco mais de um ano depois de seu maior título, Dulko decidiu largar o tênis para se dedicar à vida pessoal, e logo em seguida explicou em entrevista a uma TV argentina que estava esperando um filho de Fernando Gago.

Os dois se casaram em julho de 2011, após dois anos de noivado. Antes de conhecer o boleiro argentino, Dulko teve três namorados tenistas: o chileno Fernando González e os espanhóis Fernando Verdasco e Tommy Robredo.

Seu afastamento do circuito de tênis veio apenas dez anos e onze títulos WTA depois de sua primeira partida como profissional, em 2002. Nesse período, ela não recusou propostas para ensaios e anúncios de lingerie. A trajetória comparável à da musa russa Anna Kournikova, aposentada aos 23 anos, não atraía a jovem Dulko no início de sua carreira: “Prefiro ganhar muitos torneios a ter a fama de Kournikova”, disse a argentina quando tinha 19 anos.

Em seu anúncio de aposentadoria, Dulko preferiu exaltar a sua trajetória, sem deixar de lembrar as dificuldades: “Comecei a jogar com sete anos, me dediquei inteiramente ao tênis. Alcancei coisas que nunca imaginei que seriam possíveis. Tive momentos muito especiais e outros nem tanto. Encerro minha carreira porque tenho outras prioridades que quero focar. Não tenho o mesmo desejo ou a habilidade para fazer sacrifícios necessários para viver como tenista profissional. Essa é minha maneira de dizer adeus ao tênis, um esporte pelo qual me apaixonei quando ainda era garota e que vou continuar amando por toda a vida”.

 


Musa do Esporte: Gêmeas da Nascar investem em ensaios sensuais enquanto não voltam às pistas
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Crédito: Reprodução: Maxim Magazine

As irmãs Angela e Amber Cope ganharam notoriedade na Nascar Nationwide ao se tornarem as primeiras pilotas gêmeas a disputar a mesma etapa da competição – dia 22 de maio de 2011, em Iowa. Atualmente desempregadas, elas aproveitaram seus dotes estéticos para investir em ensaios sensuais.

Angela e Amber protagonizaram um ensaio quente para o site da Maxim em fevereiro deste ano. Elas gravaram vídeo e posaram para fotos com pouca roupa perto de um carro da Nascar.

A dupla possui uma página no Facebook acompanhada por pouco menos de 10 mil pessoas. Na sessão de fotos, Angela e Amber colocaram imagens em que aparecem como modelos em desfile de março do ano passado.

As gêmeas gatas não têm corrido muitas etapas da Nascar nos últimos anos. Angela Coper esteve em apenas sete das 67 provas nos anos de 2011 e 2012. Sua irmã Amber disputou ainda menos – duas.

Mas Angela está confiante em retornar em breve. Ela afirmou no Twitter que deve voltar a correr na etapa de Charlotte, no dia 25 de maio.

As gêmeas foram influenciadas pela família na paixão por velocidade: o avô, Donald, pilotava motos de competição quando jovem; o pai, Darren, também foi piloto, em provas de “Drag Racing”, de arranque; e Derrick, o tio, correu na década de 1970 com carros antigos. Derrick chegou a vencer a Daytona 500, tradicional prova nos EUA, em 1990.

Aos 9 anos, as meninas foram presenteadas com karts no Natal. Começaram a competir em provas locais, na região de Washington, nos Estados Unidos, e conseguiam, somadas, as incríveis marcas de 20 poles-position e 50 vitórias em sete anos de disputas – o que deu uma grande mostra do futuro que as aguardava.

O tio Derrick acabou sendo o primeiro “técnico” de ambas, que saíram de casa para se aprimorar na pilotagem, com o objetivo de chegar à Nascar. Até 2006, sempre correram em carros separados – porém, em 2006, tiveram que revezar o comando do carro durante provas da Arca, divisão da Nascar. Até que, em 2011, começaram a disputar provas na principal categoria.

As gêmeas costumam utilizar o Facebook para divulgar ensaios – Crédito: Reprodução/Facebook

Claro, também há polêmica na carreira das irmãs: em 2012, Amber se envolveu em incidente com Kevin Harvick, durante prova de uma divisão inferior da Nascar.

Ela foi acusada de ter forçado Kevin a perder velocidade, colocando seu carro à frente do rival, o que o fez perder a prova para Brad Keselowski.


Aos 21 anos, bandeirinha musa ‘ignora’ ensaios sensuais e ri de cantadas sem graça em SC
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Quando você vai ao estádio assistir a uma partida de seu time do coração, uma de suas ‘diversões’, pelo menos uma vez durante os 90 minutos, é xingar o árbitro ou o bandeirinha, não é? Mas você teria coragem de ofender Fernanda Colombo, auxiliar em Santa Catarina?

Aos 21 anos, a bela bandeirinha tem arrancado suspiros no campeonato local. De torcedores, jogadores, comissão técnica, e quem mais estiver presente no campo. Há algum tempo, por exemplo, ela chegou a receber um bilhetinho, entregue por um preparador de goleiros, com nome, telefone e e-mail para ela entrar em contato.

À beira do gramado, correndo durante os 90 minutos das partidas, Fernanda admite que recebe cantadas das mais variadas. E as famosas “cantadas de pedreiro” são as que mais a divertem.

“Geralmente eu costumo ficar séria com essas cantadas, não reajo. A não ser quando tem umas cantadas muito sem graça, daquelas bem engraçadas. Aí eu dou muita risada, não consigo segurar. Já aconteceu várias vezes isso”, se diverte a catarinense.

Dos jogadores titulares, Fernanda não ouve tantas brincadeiras. Afinal, segundo ela, estão ali para jogar futebol. Mas não se pode dizer o mesmo dos reservas. “Pô, assim eu não consigo ver o jogo”, é uma das piadinhas dirigidas à musa.

Não se empolgue, porém, se você espera ver a bandeirinha em revistas e ensaios sensuais – até porque ela tem namorado. Até hoje, apesar de ter recebido alguns convites, ela não fez fotos, digamos, ousadas. Como modelo, já posou para amigos, mas nada “ a trabalho “.

“Eu fico só na minha, já fui convidada, mas nunca fiz não. Às vezes para os amigos faço algumas fotos, mas nada demais. Nem sei como é meu desempenho diante das câmeras. Quem sabe se eu tiver no futuro, mas por enquanto não”, afirmou.

Fernanda Colombo fez o curso para trabalhar na arbitragem por incentivo de um professor da faculdade de Educação Física, e começou a atuar em 2010, no futebol amador. Atualmente ela faz parte do quadro de competições femininas da CBF (Confederação Brasileira de Futebol).

“Todo mundo que entra nesse meio sonha sempre em ser da Fifa, estar no ápice. Eu não tenho pressa quanto a isso, acho que pressa pode atrapalhar na formação da arbitragem. Então, devagar e sempre”, concluiu.


Musas do Esporte: Ex-rainha da luta livre vira amiga de famosos e namorada de Clooney
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Crédito da imagem: Jordan Strauss/Invision/AP

Poucas mulheres já roubaram o coração do ator George Clooney, conhecido como o mais convicto solteirão de Hollywood. A atual namorada do astro grisalho é a loira Stacy Keibler, ex-lutadora de wrestling (luta livre) pela WCW e pela WWE, duas das mais importantes organizações da modalidade.

A bela Stacy foi uma das grandes atrações dos ringues nos Estados Unidos até 2011, quando se aposentou. Durante seu tempo de lutadora, ganhou o apelido de “Super Stacy” e também de “Miss Hancock” e “Duquesa de Dudleyville”, nome das personagens que a gata incorporava durante os combates – quase todos apenas de lingerie.

Ela também era conhecida por ser a lutadora mais alta tanto da WCW quanto da WWE, devido ao tamanho gigantesco de suas pernas. Ela usava suas fortes coxas para finalizar as adversárias com técnicas acrobáticas de estrengulamento.

Muito bonita, ela resolveu investir na carreira de modelo/atriz após deixar as brigas, e também passou a atuar como apresentadora do canal E!. Seu grande momento como atriz foi uma participação no seriado “How I Met Your Mother”, que lhe rendeu também uma vaga no “Dança dos Famosos” dos Estados Unidos.

Foi aí que a loira começou a se tornar amiga das celebridades de Hollywood. Em seu Facebook, ela postou várias fotos ao lado de atores como Robert Downey Jr. (o “Homem de Ferro”) e de cantores como os Jonas Brothers.

De tanto se misturar com os famosos, Stacy Keibler acabou conhecendo George Clooney, e o ator e diretor não resistiu ao charme da beldade. O namoro começou em 2011, e desde então eles já foram vistos juntos em vários eventos, principalmente em lançamentos de filmes, como “Os Descendentes”, vencedor do Oscar de melhor roteiro adaptado.

No último dia 24, inclusive, o casal compareceu junto também ao Oscar, quando Clooney recebeu mais uma estatueta em sua carreira. Ele é um dos produtores de “Argo”, que levou o prêmio de melhor filme.

Fanática por esportes, Stacy também pode ser sempre encontrada nos jogos do Baltimore Ravens, time de futebol americano na NFL. Ela também gosta de assistir às partidas de basquete dos Los Angeles Lakers, já que vive na cidade.

Apesar de estar tentando decolar na carreira de atriz, principalmente agora que tem um “padrinho forte”, a loira ainda impressiona mais pelo corpo bonito. Com sua forma atlética e seus pernas longas, ela já fez ensaios fotográficos para revistas como Maxim, FHM, Sports Illustrated e Stuff.

Se Stacy e George Clooney vão se casar, porém, é outra história. Por enquanto, o bonitão e a dona das belas pernas ainda estão no namoro “mais ou menos sério”. Vale lembrar que Clooney já trocou alianças com a atriz Talia Balsam em 1989. A união durou até 1993, quando o casal se divorciou.


Eleita a mais sexy, surfista salva melhor amiga de tubarão e vira filme de Hollywood
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Reprodução/Instagram/@alanablanchard

Alana Blanchard é uma havaiana típica. Tem o rosto queimado de sol, surfa desde pequena e agora é profissional do esporte. Desde sempre anda com Bethany Hamilton, a amiga que segue a mesma rotina. Alana e Bethany têm uma história de superação juntas. Hoje modelo, a loira de 22 anos ajudou a amiga em um terrível ataque de tubarão em 2003. A história foi tão dramática que virou filme de Hollywood em 2011, chamado Soul Surfer.

Alana e Bethany foram surfar em praia em Kauai e foram surpreendidas pelo ataque de um tubarão tigre, com cerca de cinco metros. Bethany nadava sobre a prancha quando foi mordida de forma surpreendente e perdeu o braço esquerdo. A surfista, até então uma das maiores promessas da modalidade, só conseguiu escapar com vida por conta de Alana e seu pai, que ajudaram no rápido resgate. A família de Bethany até hoje se diz extremamente agradecida pela sensibilidade de Holt Blanchard por enfrentar o perigo e salvar rapidamente a amiga de Alana.

Bethany perdeu 60% do sangue e teve que passar por diversas cirurgias para minimizar os estragos. Graças ao apoio incondicional da melhor amiga, a surfista não desistiu da prancha e retornou ao esporte profissional. A história de amizade e superação das jovens se tornou tão famosa que invadiu Hollywood. Em 2011, foi lançado o filme Soul Surfer, que conta com Alana e Bethany como personagens principais.

Só que Alana não ficou conhecida mundialmente apenas pelo trágico episódio. Mesmo destaque da turnê mundial da Associação de Surfistas Profissionais, principalmente em 2007, quando venceu cinco etapas, a atleta nunca despontou como uma surfista de ponta e chamou mais atenção pela beleza. Tanto que foi contratada por uma grande marca esportiva para ser modelo de biquínis.

O rótulo de musa do esporte mundial ganhou extrema força e reconhecimento em 2011, quando Alana foi eleita a atleta mais sexy do mundo pela Bleacher Reporter, superando nomes como Maria Sharapova e Hope Solo. Outra honra conquistada pela havaiana na carreira como modelo foi um ensaio sensual para a Swinsuit de 2013, edição da revista americana Sports Illustrated. Alana foi apenas a segunda surfista na história a posar para a publicação (a primeira foi a brasileira Bruna Schmitz).

Atualmente a surfista do Havaí ainda compete no cenário e aproveita o tempo livre para colaborar no design de biquínis de seu principal patrocinador.

Veja a musa Alana Blanchard em ação:

 


Musas do Esporte: Sucesso meteórico e beleza impulsionam carreira de jovem esquiadora
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O brilho nos olhos claros e o sorriso viraram as marcas registradas da beleza de Mikaela Shiffrin. Aos 17 anos de idade, a esquiadora americana, que colecionou recordes por ser precoce na modalidade, comemorou pela primeira vez o título mundial neste ano e entrou de vez para a lista de personalidades do esporte.

Nascida no Colorado, Shiffrin competiu pela primeira vez aos 15 anos, idade mínima permitida pela modalidade. Sua trajetória começou com bons resultados nos Estados Unidos e com a medalha de bronze no Mundial Junior, disputado na Suíça.

Em março de 2011, Shiffrin fez sua estreia em etapas da Copa do Mundo na República Tcheca. Um mês depois, a esquiadora se tornou campeã nacional pouco tempo depois de completar 16 anos.

Ainda em 2011, com o bronze conquistado na Áustria, Shiffrin foi ao pódio pela primeira vez em etapas da Copa do Mundo. A primeira vitória veio em dezembro do ano passado, o que a fez a segunda americana mais jovem a triunfar na competição – a recordista é Judy Nigel, que estabeleceu a marca em 1969.

A trajetória precoce foi coroada neste ano, com a medalha de ouro na categoria slalom em seu primeiro Mundial. O título, conquistado diante de 30 mil pessoas, colocou Shiffrin de vez na lista dos grandes nomes do esporte.

O sucesso parece vir de família, já que os pais da esquiadora também fizeram carreira no esporte. Com as vitórias precoces, a americana começa a ser comparada à nadadora Missy Franklin, que também nasceu em 1995 e conquistou quatro medalhas de ouro e uma de bronze no ano passado, em Londres. Será que Shiffrin conseguirá repetir o cartel na Olimpíada de Inverno do ano que vem?

Matthias Schrader/AP