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De Dunga a Allejo! 10 jogadores que você usou para 'apelar' no videogame

UOL Esporte

21/11/2014 06h00

Os jogos de futebol nos videogames sempre contaram com táticas "apelativas" de alguns players. Alguns nomes figuravam em quase todos os times montados para um bom duelo contra os amigos. O UOL Esporte selecionou alguns desses craques que marcaram época e fizeram a alegria de muita gente.

1 – Allejo

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Reprodução

O mítico atacante dispensa qualquer apresentação. Sem dúvidas é o maior jogador fictício da história, superando até mesmo todos os outros humanos convertidos para os games. O personagem brilhou nas três primeiras edições do clássico International Superstar Soccer. O sucesso era avassalador. Allejo atuava na seleção brasileira e tinha habilidades de que nenhum outro personagem do jogo possuía, o que tornava a escolha do Brasil óbvia na época.

2 – Edgar Davids 

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Charlie Crowhurst/Getty Images 

Outro nome de respeito e que colaborava muito com as táticas mais "apelativas" do mundo dos games era Edgar Davids. Na vida real, o holandês atuava mais recuado. Já no WE 4 ou Fifa a situação era completamente diferente. Tinha quem colocava Davids adiantado como meia-atacante ou até mesmo segundo atacante. O motivo? Davids tinha um dos chutes mais potentes dos jogos.

3 – Daniel Amokachi  

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AP Photo/Michel Lipchitz

Amokachi certamente já fez parte do seu time na Master League nos tempos de Winning Eleven do PlayStation 1. Naquela época, velocidade era um dos principais atributos que um personagem deveria ter. Amokachi tinha isso e muito mais, como finalização boa e um cabeceio quase mortal. Não tinha zaga que resistia a uma tabela 1-2 com o nigeriano. O melhor: o passe do atacante era barato e dava para compra-lo logo nos primeiros jogos da campanha.

4 – Roberto Carlos (no ataque!)

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Reprodução 

Qualquer fã de games que se preze já apelou colocando Roberto Carlos no ataque. O lateral esquerdo era um dos melhores jogadores do WE 4 ou de qualquer Fifa daquela época. Com chute extremamente potente e muita velocidade, o brasileiro era utilizado no ataque para ter mais chances de finalizações, que quase sempre eram mortais. A atitude de colocar Roberto Carlos no ataque certamente já causou muitas discussões entre amigos no começo dos anos 2000.

5 – Dunga 

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REUTERS/Murad Sezer

Sim, o atual técnico da seleção brasileira foi um dos melhores jogadores de todos os tempos no videogame. Além de ter um poder defensivo, característica que o consagrou, Dunga tinha uma qualidade um tanto quanto peculiar: cobrar escanteios. Caso o jogador tivesse bons cabeceadores em sua equipe, era essencial a presença de Dunga no time para realizar os cruzamentos.

6 – Carboni 

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Reprodução 

Outro personagem que brilhou na série International Superstar Soccer foi Carboni. O personagem italiano era uma alusão ao atacante Frabrizio Ravanelli, que marcou época com a camisa da Juventus. Carboni era um dos mais habilidosos da franquia de jogos e chamava atenção pelo cabelo grisalho.

7 – Edilson (O capetinha) 

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O atacante brasileiro brilhou nos tempos de Winning Eleven 3. Quando as primeiras versões do game chegaram ao Brasil, a língua utilizada ainda era a japonesa. Assim, os times da J-League faziam parte do jogo. Astro no Kashiwa Reysol, ele realmente era capaz de infernizar as defesas adversárias pela agilidade e velocidade. 

8 –  Tijani Babangida 

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Reprodução

Se o lema é correria, certamente você já contratou Babangida em seus times no Winning Eleven no PS1. Outro jogador de baixo custo, Babangida era rápido demais para os adversários. Sempre tinha aquele amigo apelão que jogava com a Nigéria para forçar a dupla com Amokachi. O astro virou baixa nas versões que saíram para o PS2 e Babangida acabou desvalorizado, mas nunca esquecido.

9 – Fernando Hierro 

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AP Photo/Armando Franca

O zagueiro do Real Madrid estava longe de ser o melhor em sua posição no game. Era muito lento, e os desarmes nem sempre precisos. Mas se tinha uma coisa que Hierro fazia era gol. Exato! Esqueça os zagueiros artilheiros que você já conheceu, o espanhol era melhor. Tinha falta ou pênalti? Era Hierro neles.

10 – Andriy Shevchenko 

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Reprodução

Shevchenko era o terror. Quase ninguém tinha um arsenal tão grande de habilidades quando o ucraniano. Chutou? Era gol. Cabeceou? Era gol. Correu? Era meio gol. A diferença era que Sheva, assim como Ronaldo Fenômeno e Zidane, era personagem "ostentação" e custava uma boa quantia de dinheiro. Sim, o nome dele era escrito de forma errada…

Sobre o blog

A equipe de jornalistas do UOL Esporte seleciona para você os fatos mais curiosos, os vídeos mais divertidos e tudo que viralizou nas redes sociais.